Estudo da Qualibest aponta que os criadores de conteúdo só perdem em influência para parentes e amigos na hora que o consumidor opta por um serviço ou produto

Luiz Gustavo Pacete
7 de junho de 2018 – 7h00

O poder de alcance e capacidade de engajar dos influenciadores digitais já é algo conhecido do mercado publicitário. Tanto que estratégias utilizando esses produtores de conteúdo têm sido cada vez mais frequentes. No entanto, cada vez mais os institutos de pesquisa vêm identificando vantagens específicas relacionadas a essas personalidades.

Pesquisa do Instituto QualiBest, por exemplo, identificou o poder dos influenciadores no comportamento dos consumidores. “Um dos dados apurados mostra que eles são a segunda fonte de informações para a tomada de decisão na compra de um produto, citada por 49% dos respondentes, perdendo apenas para amigos e parentes, citados por 57% dos respondentes”, explica Daniela Malouf, diretora-geral do Instituto QualiBest.

Sobre o que influencia os consumidores, o estudo também identificou outros canais como fonte de confiança. Sites de reviews e blogs, além de sites oficiais de marcas, também foram mencionados como recursos para tomada de decisão por um terço da amostra.

O levantamento foi realizado entre os dias 7 e 21 de março com 700 pessoas por meio de questionário online. Os entrevistados são de todas as classes e com idades entre 20 e 29 anos. Do montante, 76% afirmam seguir ao menos um influenciador digital. Deste grupo, as redes sociais mais utilizadas são Facebook, 92%, YouTube, 90%, Instagram, 73%, Twitter, 31% e SnapChat, 23%.

Porém, quando a pergunta é sobre preferência, 41% optam pelo Facebook ante 24% que gostam mais do YouTube e 23% do Instagram. Nos segmentos de beleza e alimentos, influenciadores têm enorme poder tanto na apresentação de novos produtos, quanto na alavancagem de vendas.

*Nas artes espalhadas pelo texto, veja o nível de popularidade de cada influenciador citado na pesquisa dividido por categorias.

Fonte: Meio & Mensagem

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