Bauru Basquete lança loja oficial de seus produtos na internet

Segundo o clube, ideia da loja virtual é fidelizar e atrair mais torcedores

A partir desta semana, o torcedor do Bauru Basquete pode adquirir produtos exclusivos da equipe. O time bauruense, que lidera o Campeonato Paulista, lançou sua primeira loja virtual na qual o torcedor poderá encontrar produtos licenciados do time.

A loja, por enquanto, conta apenas com canecas e squeezes, mas segundo os dirigentes do clube bauruense em breve terá também camisas oficiais de jogo para venda.

– Idealizamos esses produtos para fidelizar cada vez mais nosso torcedor e trazer novas experiências a eles. Com esses produtos, nossa torcida se tornará ainda mais fanática pela equipe – comentou Flávio Zambonato, responsável pelo departamento comercial do Bauru Basquete.

Os produtos podem ser adquiridos em até dez parcelas sem juros e são encontrados no site da loja na internet.

Fonte: Globo Esporte

Brasileiro comprou mais de R$ 23 bilhões em produtos piratas em 2012

Em 2012, o brasileiro comprou um total de R$ 23,8 bilhões em produtos piratas, segundo revela levantamento do FNCP (Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade).

De acordo com o levantamento, dos 11 setores pesquisados pelo Fórum, o que mais sofreu com a pirataria foi o de softwares, que movimentou R$ 2,84 bilhões ilegalmente. Valor 12,7% maior do que o mercado legal, cujo movimento foi de R$ 2,52 bilhões.

Outro setor que chama a atenção é o de perfumes. No ano passado, o mercado vendeu R$ 2,51 bilhões. Já a venda ilegal de perfumes, no mesmo período, foi de R$ 2,45 bilhões, o equivalente a 97,5% do mercado legal.

“O Brasil está sendo saqueado (…) Precisamos unir esforços no combate à pirataria, à falsificação “, afirmou o presidente do FNCP, Edson Luiz Vismona.

Pirataria
O cálculo da pirataria é feito de diversas maneiras, de acordo com cada setor. No caso de pilhas, por exemplo, o produto é avaliado no descarte. Dessa forma, foram identificadas como piratas 30% das pilhas descartadas.

Abaixo, os números da pirataria nos 11 setores pesquisados.

Pirataria em números
Setor Mercado Legal Mercado Ilegal
*Fonte: FNCP
Óculos R$ 19,5 bi R$ 8 bi
Cigarros R$ 18,7 bi R$ 4,880 bi
Perfumes R$ 2,51 bi R$ 2,45 bi
Produtos de limpeza R$ 14,9 bi R$ 2,235 bi
TV por assinatura R$ 23,7 bi R$ 1,8 bi
Câmeras R$ 2 bi R$ 500 milhões
Consoles Videogames R$ 814 milhões R$ 488,4 milhões
Pilhas R$ 1,6 bi R$ 480 milhões
Brinquedos R$ 4,340 bi R$ 130,2 milhões
Música em Jukebox R$ 100 milhões R$ 48 milhões

São Paulo
Ainda segundo o levantamento do FNCP, quando considerados os estados do país, identifica-se que São Paulo é o grande polo nacional da pirataria, movimentando cerca de R$ 2 bilhões em dois anos.

“De dezembro de 2010 a dezembro de 2012, foram apreendidos somente na capital paulista 78 milhões de produtos, com valor de mercado equivalente a R$ 2 bilhões. É o mesmo valor apreendido pela Receita Federal em todo o Brasil em 2012”, informou Vismona.

Fonte: BOL Notícias

Neymar ganha o traço de Mauricio de Sousa

Craque do Barcelona será personagem de desenhos do criador da Turma da Mônica

A Incomfral, Indústria e Comércio de Fraldas foi buscar em Neymar a visibilidade para o seu mais recente lançamento: um jogo de cama, toalhas e edredons com a imagem do craque do Barcelona. O ex-jogador do Santos será retratado em desenhos feitos exclusivamente pelo cartunista Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica.

– Trabalhar com o personagem Neymar Jr e associar sua imagem ao nosso produto é uma ação que consolida nossa parceria com a Mauricio de Sousa Produções, além de oferecer a possibilidade de uma forte expansão, já que o futebol tem a capacidade de atingir pessoas de todas as idades, culturas ou classes sociais – afirma Silvana Sette, consultora de branding da empresa.

As peças estampam desenhos do personagem em meio a bolas e campos de futebol. Toda a linha de produtos fabricada pela Incomfral é destinada ao público infantil.

– Contamos com o carisma e o ‘estilo Neymar ‘ para conquistar as crianças. Queremos que eles não só cortem o cabelo a ‘Lá Neymar’, como também usem nossos produtos – comenta Silvana.

A Incomfral (Indústria e Comércio de Fraldas Ltda.) nasceu com o foco na industrialização de artigos têxteis para a confecção de produtos para bebês, principalmente fraldas e acessórios para berço. A empresa detém o licenciamento de diversas marcas nacionais e internacionais.

Fonte: LanceNet

Empresas de malas apostam nas franquias para crescer

Primicia e Sestini buscam estreitar o relacionamento com o consumidor e testar seus produtos

Tradicionalmente vendidas em lojas multimarcas, as malas e mochilas Primicia e Sestini vão ganhar espaço próprio. As duas empresas concorrentes começam, no mesmo período, a expansão por meio de franquias em busca de exposição da marca e relacionamento mais próximo com o cliente. Mas o varejo multimarcas não será abandonado, a estratégia é criar um novo canal de distribuição.

“As empresas de malas não são exceções. Elas apenas estão reproduzindo o que está acontecendo em vários outros setores, que é a indústria avançando para o varejo, e quase sempre por franquias”, avalia Marcelo Cherto, presidente do Grupo Cherto e especialista em desenvolvimento de franquias.

Segundo Cherto, esse movimento ocorre porque as empresas estão percebendo que o consumidor não compra apenas o produto ou serviço. “Ele quer uma experiência de consumo, é preciso criar uma conexão emocional entre o consumidor e a marca e, normalmente, você não consegue essa experiência em uma loja multimarcas.”.

O diretor-superintendente da Primicia, Roberto Postel, afirma que a expansão por franquias será uma reviravolta no sistema comercial da empresa, que faturou R$ 60 milhões no ano passado. No Brasil desde 1952, a Primicia fabricava todos os produtos no País até 1994. Com a abertura das importações, a produção no exterior já chega a 75% do total. “Até 2011 trabalhamos exclusivamente com multimarcas, mas muitos de nossos clientes começaram a importar diretamente e resolvemos fazer o caminho inverso”, explica Postel.

Para testar o modelo, a Primicia abriu dez lojas próprias no ano passado e este ano inaugurou a primeira franquia, que funciona em Ribeirão Preto e pertence a executivos da própria marca. A estratégia inicial é abrir unidades onde a empresa não tem vendas expressivas: cidades das regiões Sul, Centro-Oeste, interior de São Paulo e Triângulo Mineiro. A expectativa é fechar o ano com mais cinco lojas e abrir pelo menos 20 no ano que vem.

“Artigo de viagem não é uma coisa que você compra todo dia. E não é uma compra impulsiva. Na nossa loja, 70% serão artigos de viagens porque as pessoas associam nosso nome à viagem. O consumidor vai encontrar uma variedade de produtos muito maior do que em outra loja, com funcionários treinados”, diz Postel. O investimento inicial para abrir uma franquia da marca será de R$ 395 mil, com faturamento mensal estimado de R$ 120 mil e lucratividade entre 10% e 14%.

Concorrente. Depois de dois anos de estudos, a Sestini vai colocar a expansão da marca em prática entre outubro e novembro com a inauguração de quatro unidades no Estado de São Paulo. O plano é abrir mais dez no ano que vem. No mercado há 19 anos, a empresa é conhecida pelas mochilas licenciadas da Barbie, Hot Wheels e Monster High – o negócio vende 4 milhões de peças por ano.

De acordo com Alexandre Benedek, diretor comercial da Sestini, três pontos motivaram a expansão por franquias. O primeiro é a questão da marca. “Como importador/distribuidor não estamos diretamente interagindo com o consumidor. Com a rede própria, a exposição da marca vai melhorar e estaremos mais próximos”, diz.

O segundo ponto é abrir mais um canal de distribuição e aumentar as vendas onde a marca não está bem posicionada. O terceiro é ter contato com o consumidor para saber suas percepções e demandas para atendê-las com mais rapidez. “Algumas vezes esbarramos nas regras das lojas multimarcas. Na franquia, vamos conseguir testar um pouco dos nossos sonhos. Na loja monomarca, o consumidor terá mais qualidade no atendimento”, pontua Benedek.

É possível montar uma loja da Sestini com investimento a partir de R$ 350 mil. O faturamento mensal foi estimado pela empresa em R$ 100 mil, com lucratividade entre 10% e 15%.

Confira quanto custa investir em cada franquia

Primicia
Investimento total: R$ 395 mil
Taxa de Franquia: R$ 40 mil
Taxa de Royalties: % sobre as compras
Taxa de Propaganda: % sobre o faturamento bruto
Faturamento médio mensal: R$ 120 mil
Lucratividade: 10 a 14%
Capital de Giro: R$ 29 mil
Número de Funcionários por loja: 5
Prazo de retorno do investimento: 36 meses
Tempo de Contrato: 5 anos
Informações: www.primicia.com.br/franquia@primicia.com.br

Sestini
Modelo loja: a partir de R$ 350 mil
Faturamento médio mensal: R$ 100 mil
Taxa inicial de franquia: R$ 30 mil
Obras civis, instalações e projeto arquitetônico: R$ 250 mil
Equipamentos e software: R$ 5 mil
Estoque Inicial: R$ 60 mil
Material de VM + evento de inauguração:    R$ 5 mil
Outros dados financeiros
Previsão de payback do investimento: 24 meses
Lucro estimado: 10% a 15%
Capital de giro: R$ 50 mil
Informações: www.sestini.com.br

Fonte: Estadão

Dia da Criança pode crescer 30% na internet

As vendas para o Dia da Criança mostram-se mais aquecidas nas operações de comércio eletrônico (e-commerce). Enquanto empresas que atuam com foco maior no varejo físico pretendem crescer, em média, 10% a 15% de vendas, as que comercializam produtos também pela internet projetam de 30% a 250% de incremento no período.

Como é o caso das operações on-line da Hi Happy e P&B Kids. Roberto Wajnsztok, diretor de e-commerce das operações afirmou ao DCI que o segundo semestre é o momento em que a marca “coloca os chinelos” e opera melhor. “As melhores datas para a gente são Dia da Criança e o Natal, tanto que para a data sazonal de outubro, a nossa expectativa é crescer 250% na comparação com 2012”, disse o executivo.

O número pode assustar, mas ele é comparado a uma base mais enxuta, uma vez que as lojas virtuais da Hi Happy e da P&B Kids, tinham pouca visibilidade antes da compra das marcas pelo grupo norte-americano Carlyle. “Poucos consumidores sabiam que tínhamos a operação on-line, temos promovido ações para ampliar essa participação”, explicou Wajnsztok.

Ainda segundo o executivo, mesmo com a perspectiva superotimista, como as lojas físicas das marcas já estão consolidadas, as vendas das mesmas podem ser maiores que as do e-commerce, mesmo o canal virtual sendo visto com maior potencial. “Esse é o primeiro ano de uma grande reestruturação que estamos fazendo, e temos diversas lojas consolidadas há décadas, mas vemos um forte potencial de crescimento”, explicou o diretor.

O tíquete médio de compras no período segundo Wajnsztok. será de R$ 200 e os eletrônicos infantis podem ser os mais vendidos. “Apostamos muito forte nos eletrônicos infantis – tablets, DVDs portáteis, e games, e nas grandes marcas infantis desse ano, como Monster High, Aviões, e Furby”, explicou ele.

Na rede supermercadista Extra – bandeira que pertence ao Grupo Pão de Açúcar (GPA) – enquanto na loja física a perspectiva é que as vendas de brinquedos cresçam 15% na data, na operação on-line (Extra.com) a projeção é que as vendas tenham alta de 30%, ou seja, o dobro.

Outro player forte nas vendas on-line é a Americanas.com. Para a data, a empresa criou um site temporário (hotsite) chamado Planeta Criança, que divide os produtos por idade e gênero. No hotsite, o consumidor encontrará a maior variedade de brinquedos, games, CDs, DVDs e livros infantis. Há também uma seleção especial de produtos com até 30% de desconto. A estratégia visa facilitar a vida dos pais que vão presentear e destaca produtos como miniveículos e motos elétricas que custam a partir de R$ 200. Além das motos que podem ser para os meninos e as meninas, a Americanas.com destacou em nota os tablets como o Monster High com tela de cristal líquido (LCD) de 7 polegadas, sistema operacional Android 4.1, que custa R$ 599.

Nas lojas físicas, a estratégia da Lojas Americanas para atrair o consumidor ao ponto de venda foi parcelar em 10 vezes sem juros nos cartões de crédito, brinquedos, bicicletas e games.

Mesmo com projeções, por vezes, menores que as operações de comércio eletrônico, lojas como a da Imaginarium, por exemplo, têm bom retorno com as vendas de Dia da Criança. Gilberto Carvalho, gerente de marketing da Imaginarium afirmou que a rede pretende crescer em 10% suas vendas na data. Questionado sobre o produto carro-chefe do período, o executivo mencionou os mais procurados nas lojas. “Para 2013 apostamos nas funções consagradas da marca Almofadas Mania e Massageadoras e os eletrônicos.” Ainda segundo Carvalho, para a data não houve necessidade de aumentar seus estoques, uma vez que os pedidos de reposição preveem as datas sazonais. “Nosso planejamento já contempla os estoques para atender períodos sazonais, não há um aumento específico pra este mês das crianças”, disse.

Já para a marca Malwee para Brasilerinhos, operação da marca Malwee apenas para o público infantil, as projeções estão bem otimistas. A rede, que tem 29 lojas próprias situadas nas regiões Sudeste e Nordeste, acredita que as vendas do período serão cerca de 30% maiores na comparação com o ano passado.

Rodrigo Fontoura Englert, gestor-geral de varejo da marca afirmou ao DCI que a marca está otimista e afirmou que seus estoques foram reforçados para a demanda maior do período. “Neste momento de presentear é necessário manter as lojas abastecidas para não haver rupturas de tamanhos e modelos. Estima-se um acréscimo de 50% nos estoques para atender a demanda”, disse.

Ainda segundo Englert, os produtos mais elaborados serão os com maior venda. “Acreditamos que os produtos mais elaborados deverão ser a opção nesse momento especial do ano. A Zig Zig Zaa também tem opções muito interessantes de produtos que estimulam os cinco sentidos das crianças e que podem ser ótimos presentes.”

Na Dafiti, empresa que acaba de receber aporte de R$ 160 milhões de um dos maiores fundos de investimentos do mundo, o canadense Ontario Teachers’ Pension Plan (OTTP), a perspectiva, além de ampliar as vendas na data em específico, é que a categoria de produtos infantis cresça também em 2014. “Por questões estratégicas, a Dafiti não abre esses números. O que podemos afirmar é que pretendemos dobrar as vendas na categoria infantil no próximo ano”, afirmou do Gabriel Porto, gerente de marketing on-line da empresa.

Ainda segundo Porto, para o Dia da Criança a Dafiti está apostando em artigos licenciados. “Estamos apostando muito em produtos licenciados, como Galinha Pintadinha, e em fantasias infantis.”

Mas a data ainda não supera Dia dos Pais ou dos Namorados, por exemplo. “A Dafiti está crescendo bastante sua base infantil. Embora ainda não tenha superado as duas outras datas mencionadas, acreditamos no potencial dessa categoria. Este ano apostamos em um shooting exclusivo, com fotos produzidas e exclusivas. Também vamos apostar em campanhas com brindes.”

Projeção de entidades é crescer até 6%

Considerada um termômetro para o Natal por alguns varejistas e uma data importante para o setor, o Dia da Criança deve apresentar vendas melhores do que o observado no ano passado.

De acordo com a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDlesp), a expectativa de vendas é um aumento de 6% ante 2012.

Para o presidente da entidade, Mauricio Stainoff, a data deve representar um aumento sólido no volume de vendas. “Mesmo com a grande participação dos eletrônicos, o tíquete médio não será alto, com estimativa de R$ 60 a R$ 100, tendo destaque os setores de brinquedos, jogos eletrônicos, tecnologia, seguidos por calçados e confecções”, afirma o executivo.

Já no Rio de Janeiro, um crescimento de 5% nas vendas é aguardado pelos empresários, na comparação com o mesmo período do ano passado, conforme aponta pesquisa do Centro de Estudos do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio).

De acordo com o levantamento, o ambiente no comércio é de otimismo, mostrando que 57,7% dos lojistas esperam um movimento melhor do que o apresentado no ano passado. A CDLRio prevê um tíquete médio de aproximadamente R$ 130.

Fonte: DCI

SBT estuda ter sua própria gravadora

Silvio Santos pretende seguir os passos da Globo e investir em sua própria gravadora, tal qual faz a concorrente com sua parceira Som Livre.

Animado com os resultados obtidos com as vendagens dos remakes de “Carrossel” e “Chiquititas”, o SBT estuda ter uma gravadora focada em artistas nacionais e ritmos populares.

De acordo com a coluna “Radar on-line”, atualmente o canal tem o SBT Music, que lança produtos licenciados das novelinhas “Carrossel” e “Chiquititas”.

Capa-CD-Chiquititas
CD de “Chiquititas”

Fonte: Rd1

Cartoon Network ativa produtos na Expo Licensing Brasil

Em sua sexta edição, a Expo Licensing Brasil aconteceu nos dias 10 e 11/09, no Grand Hyatt, em São Paulo. Na feira de negócios, o canal Cartoon Network apresentou seu portfólio, levando propriedades de grande sucesso como Ben 10, Toonix e Hora de Aventura, além de apresentar novos programas de licenciamento para “Apenas Um Show” e “O Incrível Mundo de Gumball”.

Ben 10 já é uma marca consolidada no mercado e se mantém líder em vendas em diversas categorias de produtos voltados ao público infantil. Hora de Aventura já se destaca com grande sucesso no mercado, seu programa de licenciamento já conta com 12 empresas parceiras, as quais levarão ao consumidor mais de 300 produtos.

O Cartoon Network conta atualmente com mais de 80 empresas licenciadas e mais de 2.500 produtos disponíveis no varejo em todo o território nacional.

A feira Expo Licensing Brasil é reconhecida como ponto de encontro entre os profissionais do setor latino-americano, pois reuniu nesta edição os principais players do mercado, detentores de grandes propriedades.

O estande foi preparado para dar conforto aos visitantes (Foto: From Turner).
O estande foi preparado para dar conforto aos visitantes (Foto: From Turner).
O espaço foi preparado para receber os interessados em fazer negócios (Foto: From Turner).
O espaço foi preparado para receber os interessados em fazer negócios (Foto: From Turner).
No espaço, havia produtos para degustação (Foto: From Turner).
No espaço, havia produtos para degustação (Foto: From Turner).
Os visitantes ganharam brindes (Foto: From Turner).
Os visitantes ganharam brindes (Foto: From Turner).
O estande contou com a animação de mascotes (Foto: From Turner).
O estande contou com a animação de mascotes (Foto: From Turner).

Fonte: Promoview

 

Warner cresce em licenciamento

Marca se prepara para registrar melhor ano de sua história no Brasil

A Warner Bros. Consumer Products Brasil, divisão de licenciamento da gigante de entretenimento, declara que terá o melhor ano da história da marca no país. Marcos Bandeira de Mello, gerente-geral da divisão, diz que o negócio cresce entre 10% e 12%, mas ainda existe muito espaço, já que o mercado nacional é até 10 vezes menor do que o norte-americano. Segundo ele, o Brasil tem o terceiro maior escritório internacional da Warner e avança mais do que todos. Um dos motivos do sucesso é que alguns personagens licenciados, como a Penélope Charmosa, se enquadram muito bem na cultura brasileira e vendem bastante. Em 2012, o Warner Bros. Pictures Group faturou US$ 4,3 bilhões.

Quais são as novidades da Warner para os próximos meses?
Já estamos pensando em 2014 e 2015, porque a gente sempre trabalha com um calendário um pouco mais elástico, de mais ou menos 18 meses. Em cinema, a Warner todo ano lança um ou dois blockbusters que têm uma relevância para o negócio do licenciamento. Para maio de 2014, temos “Godzilla”. Vai ser um filme muito tecnológico, de escalas monumentais. Apesar de ser uma história de monstro, é um filme que tem um background bastante humano, que conta a história de uma família que vai para o Japão, tendo como pano de fundo o Godzilla. Do lado da animação, a Warner está com muitas novidades até 2015. A primeira que estreou foi “Teen Titans Go”, uma série animada de TV com super-heróis, entre eles Robin e Ciborgue, com muito humor. São heróis em uma situação totalmente diferente. É muito gozado. Estreou nos Estados Unidos muito bem e por aqui está no Cartoon Network. A segunda animação é do Batman, a mais cara que a Warner já fez. A terceira estreia é “Pup Scooby-Doo”, no mundo dos Muppets. Estreiam todos no Cartoon e em algum momento vão para o SBT. E a quarta animação é “Tom e Jerry”, com estreia em 2015. Assim, a Warner completa o ciclo de renovações de seus personagens clássicos e a gente começa a falar de humor no mundo dos heróis.

Por que essa aposta grande em animação?
25% da nossa receita vêm de filme, que não é algo tão preditivo. Então você precisa constantemente trazer novidades para o negócio que equivale a quase 80% da sua receita, que é o setor infantil. Nos Estados Unidos, o mercado adulto é 35% da receita. Aqui está na casa dos 20%. Nós também estamos fazendo esforços para trabalhar licenciamento de séries como “The Big Bang Theory”, mas dependemos ainda de arranjos com alguns produtores. A televisão tem ajudado a divisão [de licenciamento] a crescer ano após ano, sem depender necessariamente do cinema, que é uma receita muito imprevisível. E estamos olhando para 2015 e 2016 com grandes perspectivas de cinema. Em 2015, teremos o filme do Batmam com o Super-Homem, que será um marco no cinema em termos de filmes de heróis e vai abrir uma perspectiva para a Warner fazer um filme da Liga da Justiça. Então a estratégia de heróis é um pilar muito importante da Warner em cinema. E a televisão é um complemento disso.

Quais são as divisões da Warner?
Warner Home Entertainment, Warner Cinema e Warner Bros. Consumer Products, e temos a divisão Warner Bros Animation, que é responsável pelas produções de todas as séries para TV. A Warner Cinema produz e distribui filmes. A Warner Home Entertainment vende esses filmes para locadoras ou nas plataformas digitais. E nós licenciamos esse conteúdo. Muitas vezes o mesmo conteúdo passa por várias divisões da Warner e ele é monetizado em números diferentes. Por causa dessa lógica do licenciamento não ser tão evidente, a Warner está fazendo aqui no Brasil uma iniciativa de ir às faculdades para educar o mercado. O objetivo é explicar o que é licenciamento, damos o exemplo do nosso negócio e de outros, porque o Brasil ainda é, dependendo da categoria, dez vezes menor que o mercado norte-americano em licenciamento.

Como é a atuação da Warner no país na área de licenciamento?
Estamos com escritório próprio há dez anos. A Warner Brasil é o terceiro maior escritório internacional e cresce a taxas maiores do que o resto do mundo, seja porque a penetração é ainda menor que a média mundial, ou seja por causa da força de alguns personagens nossos que se enquadram muito bem na cultura brasileira, como a Penélope Charmosa, que ficou em segundo lugar em vendas, quase do tamanho do Batman.

Quantos produtos da Warner são licenciados?
Nós temos mais de 1.500 produtos licenciados no Brasil. Também estamos entrando em um negócio relativamente novo, que é o Clip Licensing, para licenciar o conteúdo do nosso negócio para o mercado publicitário. A Warner criou uma biblioteca de arquivos digitais com todos os filmes que já lançou, organizados por gênero ou cronologicamente, já com os direitos liberados. A Warner entrou nesse mercado em 2012 com dois filmes publicitários, para a campanha da Amanco, com “Os Flintstones”, e outro com o Jason, de “Sexta-Feira 13”, para Bradesco Seguros. E neste ano fechamos Peugeot com a “Corrida Maluca” e Hospital A.C. Camargo com a “Liga da Justiça”. A Fiat também lançou uma campanha sobre cinto de segurança em que os heróis abraçam as crianças e nós estamos com uma quarta campanha do Sem Parar com o “Bip Bip”.

Esse negócio já existe nos EUA?
Existe há mais ou menos cinco anos nos EUA e vai muito bem. Alguns países conseguiram fazer uma ou outra campanha. Nós estamos tentando tornar isso uma linha de negócio, não algo eventual. Estamos soltando uma campanha este mês para educar o mercado publicitário. A gente espera que no ano que vem esse negócio triplique em relação a este ano, em que já estamos fazendo o dobro do ano passado. É uma linha de negócios na qual estamos apostando alto.

Qual é o retorno do público em relação ao slogan “Somos Fanáticos. Somos Warner”?
É difícil falar porque eu não opero dentro dessa divisão, mas a sensação que eu tenho é de que a Warner Channel, principalmente, criou um posicionamento de produto premium. Nós, da nossa divisão, brincamos com o “Somos Warner” muito mais para categorizar o mundo de entretenimento que a gente oferece, que vai desde Batman, passando por Looney Tunes, cinema clássico, até uma série de televisão como “Big Bang Theory”. O mundo da Disney é de fantasia. O mundo da Warner captura muito mais o lado glamouroso do cinema do que o mundo infantil ou mágico.

Quais são as principais ações de marketing e publicidade?
Na nossa divisão há três grandes frentes. A primeira delas é um pouco tática, que é educar o mercado. A segunda é oferecer  experiência multiplataforma para o nosso consumidor. O nosso negócio vai ter mais sucesso e taxa de crescimento maior quanto mais pontos de contato houver. Em contato com cinema, televisão, DVD, games, parques temáticos, cruzeiros marítimos, o consumidor vai estar muito mais cercado de produtos de consumo. Nos últimos anos a gente vem buscando estender o nosso negócio para segmentos que são mais complexos de administrar, mas que dão retorno maior, como parques temáticos. O Brasil é o único país que conseguiu nos últimos dez anos fazer um contrato local com um parque temático, no caso, o Hopi Hari. Isso abriu para gente uma exposição de marca com dois milhões de consumidores anualmente. Nós temos duas áreas inteiras tematizadas, três lojas e dois restaurantes. Obviamente, a outra frente é estar no mundo digital e promover a interação com o público, seja digital ou estando ao vivo com o personagem. A gente promove eventos, promoções em que nosso personagem interage ao vivo com as crianças. No ano passado, pela primeira vez no Brasil, tivemos uma peça de teatro com o Looney Tunes. Vamos criar mais dois novos shows nos próximos dois anos, um para Scooby-Doo e outro com Tom e Jerry. É importante aumentar os pontos de contato. Essa é a lógica do nosso negócio.

Como é a parceria da Warner com o SBT?
O Cartoon Network é nossa empresa irmã e maior compradora de conteúdo da Warner. E o SBT é o parceiro estratégico para televisão aberta. O SBT é hoje líder em audiência no segmento infantil e todo nosso conteúdo infantil está no ar no canal, incluindo filmes e séries.

De que forma os consumidores brasileiros enxergam a marca Warner?
Enquanto a Disney é uma marca guarda-chuva, tudo que está embaixo dela carrega por decorrência a lógica da magia, a Warner atua muito mais segmentadamente. DC Comics pertence à Warner, mas muita gente nem sabe que o Batman é da Warner. A marca tem muito valor, prestígio, mas ela tem uma estratégia de não vincular os personagens diretamente. A estratégia é de que cada personagem tenha sua própria identidade.

Qual é o faturamento da divisão de licenciamento no país?
O que posso dizer é que o Brasil está entre os três maiores escritórios internacionais da Warner no mundo, sendo que são 14 no total. Nós temos crescido a taxas entre 10% e 12% nos últimos anos e este ano devemos crescer 10%. No ano que vem, projetamos algo entre 13% e 15%. 2014 será um ano com muitas novidades em animação e menos em cinema. Este ano, em moeda local, vai ser o maior ano da história da Warner em licenciamento no país, um ano recorde.

Então o mercado de licenciamento no Brasil tem muito espaço para crescer?
Muito espaço, porque é um mercado onde só 15% do varejo brasileiro trabalham com licenciamento. Nos Estados Unidos, são mais de 40%. A indústria, o mercado publicitário e as universidades aqui ainda conhecem pouco sobre o tema. É um mercado em que a penetração média está abaixo da de mercados maduros como os da Europa e dos EUA.

E a questão da pirataria ainda é um desafio ao negócio?
É um desafio grande, nós temos uma área antipirataria pró-ativa, mas a melhor forma ainda de combater a pirataria é lançar um produto oficial. O Brasil ainda tem uma cultura oportunista, que afeta muito o nosso negócio. Também trabalhamos com parcerias que fazem as autuações.

Fonte: Propmark

Tectoy pinta o mercado de tablets de azul e lança o Tablet Galinha Pintadinha

Licenciado pela Redibra, o lançamento da Tectoy tem tudo o que outro dispositivo da categoria tem, mas é o único com capa, suporte e conteúdo exclusivo da Galinha Pintadinha. Difícil será esperar até o final de setembro, quando o produto chega às lojas

A Tectoy anuncia que a partir de agora a Galinha Pintadinha tem o seu próprio tablet, que chega para o dia das crianças. Criado especialmente para o público de 1 a 4 anos, o Tablet Galinha Pintadinha tem tudo o que qualquer outro dispositivo da categoria tem, mas é o único que possui design exclusivo, que garante diversão segura durante o manuseio, e um vasto conteúdo do maior sucesso do entretenimento infantil no Brasil. O Tablet Galinha Pintadinha vem com um case protetor e um suporte personalizado que permite rotacioná-lo em 90º e usá-lo tanto na posição vertical como horizontal. Assim, as crianças ficam com as mãozinhas livres para explorar e se divertir com os jogos, atividades e clipes musicais que vêm embarcados no dispositivo.

Tudo no Tablet Galinha Pintadinha foi pensado e desenvolvido para crianças pequenas navegarem e se divertirem com a mesma desenvoltura dos mais crescidinhos e com conforto e segurança. “Cada dia as crianças têm mais acesso ao mundo digital e cada vez mais cedo. Por isso, é importante que tenham produtos adequados à faixa etária, criados com todo cuidado, desde o design até o conteúdo”, diz Vanessa Artea, gerente de marketing da Tectoy.

“Temos centenas de produtos licenciados da Galinha Pintadinha, desde alimentos até roupas e brinquedos. Com o crescente interesse das crianças por smartphones e tablets, somos constantemente procurados para licenciar a marca também para esses dispositivos. No caso de tablets, por exemplo, quatro empresas nos procuraram, mas foi a Tectoy que se mostrou a empresa mais preparada para esse tipo de produto. Além de seu passado histórico na fabricação de brinquedos eletrônicos, a Tectoy conseguiu concretizar uma ideia que tivemos internamente, de fazer um tablet realmente diferente com conteúdo exclusivo e não apenas um produto adesivado”, conta Miguel Moreira, gerente de projetos da Bromelia Produções, empresa detentora dos direitos da marca Galinha Pintadinha.

Pópópó na ponta dos dedinhos

Até chegar ao tablet, que estará nas lojas no final de setembro, foram muitos pópópós. Para fazer o case e o suporte e colocar de pé a ideia inicial de ter um tablet que a criança pudesse, por exemplo, assistir a vídeos do Youtube com as mãozinhas livres, foram necessários inúmeros estudos, ensaios, tentativas e provas. “O mecanismo para fazer o tablet girar em 90° e o botão para soltar o case da base, por exemplo, são resultados de muitas experiências e refletem todo o cuidado que tivemos para, de fato, criar um produto com design inovador”, diz Mariana Amaral, sócia-presidente do Estudio n’Ovo, contratado pela Tectoy especialmente para desenvolver o conceito do produto.

Já para o conteúdo, abrigado sob o sugestivo menu “pópópó”, a Tectoy contou com a criatividade e experiência da Tectoy Studios, que desenvolve jogos e aplicativos para todas as plataformas e para o Tablet Galinha Pintadinha criou o aplicativo inédito Galinha Tagarela. Trata-se de um jogo interativo em que a criança pode executar diversas atividades e em diferentes cenários como, por exemplo colocar acessórios e roupas na galinha. Outro recurso divertido é que tudo o que a criança fala para a Pintadinha, ela repete. O novo tablet ainda vem com outros três apps, mais de 40 clipes musicais, wallpapers e widgets da famosa galinha e seus amigos

“É fascinante ver as crianças com o tablet nas mãos. Elas já vêm com os dedinhos na tela e ficam completamente à vontade para assistir aos vídeos, colocar suas músicas preferidas para tocar, fazer fotos ou acessar álbuns, procurar joguinhos, brincadeiras, enfim, não há como negar que o tablet hoje é uma grande diversão e o passatempo preferido da geração touchscreen. Com a Galinha Pintadinha em cena, então, a brincadeira se completa”, afirma Vanessa. E depois, quando a criança crescer, pode retirar o tablet do case da Galinha Pintadinha e usar o produto normalmente, completa a gerente de marketing da Tectoy.

O Tablet Galinha Pintadinha tem tela de 7”, suporte a modem 3G, processador de 1.0 GHz, sistema operacional Android 4.1, memória interna de 4 GB expansível até 32 Gb através de cartão micro SD, câmera frontal de 0.3 MP, bateria interna recarregável de 3000 mAh, conexões mini HDMI, mini USB e micro SD e fone de ouvido. O tablet tem garantia de 1 ano.

Esse é o segundo produto da Tectoy com a Galinha Pintadinha. Além do tablet, graças a um acordo de licenciamento com a Redibra, a Tectoy oferece também o DVD Kids DVT-K3400.

http://www.tectoy.com.br

Fonte: Rosa Arrais Comunicação

Venda de tablets cresce 151% no segundo trimestre de 2013

No Brasil, mais de 1,9 milhão de unidades foram vendidas no período. Dispositivo conquista espaço no mercado

De acordo com dados da IDC, o mercado brasileiro de comercialização de tablets está em franco crescimento. A consultoria divulgou um relatório sobre o segundo trimestre de 2013 no segmento. Segundo a análise, de abril a junho, foram comercializados 1,92 milhão destes dispositivos no País, o que representa um crescimento de 151% em relação ao mesmo período no ano passado.

Além disso, os tablets conquistaram mais espaço no mercado de computadores, chegando a 35% do total e sendo superados apenas pelos notebooks, que responderam por 38% das vendas no trimestre – enquanto os desktops computam 27%.

O estudo revela também que 95% dos tablets comercializados no período são equipados com Android, contra 68% no segundo trimestre de 2012. A fatia de equipamentos de baixo custo, com preço de até R$500, dominou as vendas no trimestre, com 55% do total. O preço médio dos tablets caiu de R$968, no segundo trimestre de 2012, para R$628.

Fonte: Proxxima