Figuras colecionáveis de Fortnite chegam ao mercado americano

A Epic Games fechou um acordo com a Moose Toys para criar uma série de minifiguras colecionáveis, inspiradas no novo jogo “Fortnite”.

A IMG, agente de licenciamento da Fortnite, intermediou o negócio. Sob os termos do acordo, a Moose Toys produzirá uma série de figuras inspiradas em “Fortnite Battle Royale”.

As figuras terão até 7,5 cm e trarão os personagens do jogo para a vida real. “Fortnite tem os personagens mais legais de jogos eletrônicos e mal podemos esperar para aplicar nossa expertise com mini-colecionáveis em uma marca tão promissora“, diz Johnny O’Neal, vice-presidente de marketing da Moose Toys.

Nossa linha contará com designs de alta qualidade, acessórios detalhados, fortalezas montáveis e uma gama de figuras verdadeiramente épica para colecionar.”

O primeiro conjunto de figuras colecionáveis “Fortnite” está previsto para ser lançado neste semestre nos Estados Unidos.

Fonte: License Global.

Parceria de MSP, Panini e DC terá crossover de Turma da Mônica e Liga da Justiça

Personagens vão se encontrar em revistas ainda este ano

por PROPMARK          publicado em 13 de agosto, 2018 – 15:20

A Mauricio de Sousa Produções, a editora Panini e a DC Entertainment fizeram uma parceria para um crossover entre seus universos. Os traços editoriais das revistas serão desenhados pela MSP e os roteiros das histórias serão realizados pelas empresas.

A união terá as capas e a primeira história das edições de dezembro deste ano das revistas Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Chico Bento e Turma da Mônica, e duas aventuras nas edições de dezembro e janeiro da Turma da Mônica Jovem, publicadas pela Panini com os personagens da MSP ao lado dos super-heróis e supervilões da DC, como Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Aquaman, Coringa e Mulher-Gato.

Marco M. Lupoi, diretor de publicações do Grupo Panini, celebra o anúncio feito durante a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. “Depois de mais de 15 anos como editores da DC Comics no Brasil e uma década de parceria com o Mauricio de Sousa e a MSP, já estava na hora de dar vida a um time tão incrível como esse. Se você achava impossível misturar o universo do bairro do Limoeiro com as atmosferas de Metrópolis, de Gotham City e de Paradise Island, prepare-se para a grande surpresa que está por vir em nossas publicações”, afirma.

Mauricio comentou como suas criações vão chegar a mais um grupo de pessoas por meio dessa parceria. “Por quase 60 anos, meus quadrinhos têm entretido muitas gerações de leitores brasileiros. Agora, todos eles, assim como eu, vão aproveitar este momento muito especial: o crossover de Mônica e seus amigos com os super-heróis da DC Comics”, diz.

Fonte: Propmark

Mauricio de Sousa: “Filmes e desenhos animados têm de ser universais”

Artista fala sobre a renovação nos quadrinhos e novidades na empresa, como a entrada nos games

por JÉSSICA OLIVEIRA          publicado em 13 de agosto, 2018 – 08:25
O ano de 2018 só fica mais especial para a Mauricio de Sousa Produções (MSP). Em julho, o presidente e criador desse universo começou a comemorar 60 anos da publicação da primeira tirinha. Este mês, ele vive o sonho de abrir seu estúdio ao público, se juntou a Ziraldo para unir a Turma da Mônica e O Menino Maluquinho em livro e viu um gibi entrar para o Guinness World Records como o maior do planeta. Mas não para por aí. A empresa prepara mais um filme, está expandindo a atuação internacional e vai entrar no mundo dos games. Nesta entrevista, Mauricio de Sousa também fala sobre o processo criativo do desenho animado.
“A cultura de quadrinhos vai bem obrigado, a produção também”

O que representa a abertura do estúdio da MSP para os fãs e mercado?
Sou do tempo em que não havia chave na porta. Logicamente não tínhamos essa estrutura, mas não havia a formalidade de botar tranca, qualquer coisa assim. Ir ao estúdio é uma atividade fascinante e atraente. Não tem quem não queira ver como nasce o desenho e como se produz uma história em quadrinhos. Desde o início senti que havia essa busca, essa tentativa de entender como trabalhávamos. Mas era impossível atender até mesmo o meu desejo de abrir para os amigos. Agora, com o estúdio, abre-se um pouquinho mais a possibilidade. Ainda não está do jeito que eu quero, falta espaço e quero complementar algumas coisas. Mas dá para, em parte, atender à demanda. Por isso resolvi apressar o processo e montar um esquema para receber um número que a gente suporte sem prejudicar a produção. Ao mesmo tempo, abro o jogo para jovens e adultos que sempre sonharam em conhecer o estúdio.

Parte de seus roteiristas trabalha fora do estúdio em suas cidades espalhados pelo país. Por quê?
Convidei a maioria deles a voltarem às origens físicas, cidades e famílias para ter novos tipos de conhecimento, hábitos e costumes. Quase 90% foi embora e trabalha em casa, com reuniões periódicas aqui. Quando tem uma emergência, eu chamo. As histórias ficaram melhores com uma variedade maior das temáticas escolhidas.

Ter um novo público dentro do estúdio incentiva novos artistas?
Sim, tem esse lado empreendedor. Os meus artistas estão se aposentando, alguns chegando a 50 anos de casa. Aqui as pessoas entram e não saem mais. Por vários motivos, preciso fazer substituições. E prefiro fazer com quem curta, goste e, de preferência, conheça um pouco mais o nosso sistema. Uma visita para quem tenha jeito e tenha dom, que goste e sonhe em fazer isso, desmistifica a profissão e a atividade de produtor de quadrinhos.

Como essa abertura é importante para o futuro dessa arte?
Muita gente que gostava de desenhar e queria seguir adiante na profissão não teve oportunidade ou teve medo, por não conhecer o processo e achar que é impossível ou que só estrangeiros sabem fazer. Nada a ver. Quero que as pessoas cheguem aqui, especialmente os jovens, e vejam pessoas exatamente como eles. Gosto de me cercar de jovens para passar os segredos, truques e técnicas de fazer uma boa história em quadrinhos. Qualquer pessoa que se prepara bem, que tiver jeito e dom, desenvolver técnicas e a cultura da história em quadrinhos, pode trabalhar conosco ou ter o próprio estúdio. Quero abrir essa possibilidade psicológica: é possível fazer quadrinhos, vender e viver disso. Quero abrir pontes de comunicação entre os artistas que estão se aposentando e os novos.

O senhor enfrentou medo seu e de outras pessoas?
Havia muitas dúvidas quando comecei e se conseguiria fazer o que fiz depois. Mas teimei, enfrentei os problemas, a descrença e um pouco de baixa autoestima, de achar que só os estrangeiros sabem fazer… Conversa! Todo mundo sabe e está fazendo bem. Há dezenas de quadrinistas brasileiros produzindo para o exterior. Podemos montar esquemas que se paguem e se perpetuem. O que montamos não fica só nos quadrinhos, tem desenho animado, produtos, filmes, games que vamos produzir e a possibilidade de universalizar o produto. O que nós fazemos no Brasil pode sair em qualquer país.

““Quero abrir pontes entre os artistas que estão se aposentando e os novos”

Lembra sua reação ao ver sua primeira tirinha em um jornal, em 1959?
Saí na banca na rua e comprei um monte de jornal para os parentes. Tenho dúvidas até hoje se foi na Folha da Manhã, da Tarde ou da Noite. Acho que foi na da Tarde; alguns historiadores, que foi na da Manhã, mas foi no Grupo Folha. Ainda era repórter policial. O pessoal gostou, fui me firmando até atingir o estímulo necessário para fazer tiras diárias, que era o meu objetivo. A tira diária nasceu depois de algumas semanais. Pedi demissão da reportagem e virei desenhista, com a ideia de criar mais histórias e personagens. E de usar o sistema americano de distribuição para ratear o custo: publicar o mesmo conteúdo em vários jornais. Aprendi isso na redação. Três anos depois da publicação das primeiras tiras, eu já estava com cerca de 400 jornais no Brasil publicando minhas tiras. A década de 1970 já começou com o lançamento da revista da Mônica pela Editora Abril, que saiu com 200 mil exemplares e se firmou rapidamente. Dois anos depois, já saiu o Cebolinha, e depois foram saindo outros personagens. Foi arrasador.

Como está a cultura de quadrinhos hoje no Brasil?
A cultura de quadrinhos vai bem obrigado, a produção também. São muitos desenhistas trabalhando com quadrinhos atualmente. Nunca teve tantos quadrinhos brasileiros como há por aí. Alguns regionais, locais, pontuais… É impossível calcular agora o número. Há muita variedade no país atualmente. Estamos fazendo, brilhando e vendendo mais que estrangeiro.

A MSP cresce e alcança mais plataformas a cada ano. Quais os próximos passos?
Lançamos neste ano mais uma série de desenho sem palavras, o Biduzidos, só de animaizinhos. Eles não precisam ter idiomas, eles são universais. O cachorro do Japão late igual ao do Brasil. Isso não ocorre com o ser humano porque resolveram complicar as coisas. E estamos produzindo pequenos games muito fofinhos e bonitinhos, que devemos lançar no fim do ano, provavelmente na Comic Com Experience. O mundo inteiro estava galopando nos games e nós estávamos atrasados. Um pouco por causa de tecnologia e porque os games são dominados por grandes marcas e produtoras. Estávamos nos preparando.

Qual outra plataforma deve ganhar mais atenção da MSP?
Iniciamos a produção de outro longa-metragem. Depois do Laços, deve vir um filme da Turma da Mônica Jovem. Essa é uma seara, um caminho que vamos usar bastante. Não só com a Mônica, mas com outros personagens. Devemos fazer também séries de filmes para o mercado internacional. Filmes e desenhos animados precisam ser universais, não podem ser mais só para o Brasil. Eles devem ter condições e requisitos para passar no mundo inteiro. É uma boa ginástica que temos de fazer, nós e os nossos parceiros, para continuar a atender um público grande, que tem prazer nos nossos produtos. Estamos estudando propostas que provavelmente divulgaremos em alguns meses.

Veremos o senhor atuando?
Não sei, não posso dar spoiler.

“O mundo inteiro estava galopando nos games”

Com tanta coisa sendo realizada, o quanto o senhor acompanha e se envolve nos processos?
Vou todo dia para o estúdio, tento acompanhar tudo. Fico muito bravo que o dia só tem 24 horas. Tento montar esquemas para pelo menos ter conhecimento básico do que está se abrindo e sendo realizado. Sou muito ajudado pela minha família, entre mulher, filhos e netos. É uma empresa basicamente familiar. Daqui a pouco tem mais gente da família… até o cachorrinho. Mas isso é o lado do sonho, da brincadeira. O meu primeiro personagem foi um cachorrinho, tenho de prestar os devidos respeitos à raça canina que nos é tão cara, bonitinha, esperta e carinhosa.

O Sítio do Pica Pau Amarelo entra em domínio público em 2018. O senhor já pensou em um encontro com a Turma da Mônica?
Pensaram por mim. E estou morrendo de medo. Sou muito fã do trabalho original do Monteiro Lobato. Sabia praticamente de cor passagens dos livros. Muitos anos atrás, uma editora que tinha os direitos pediu para eu estudar os personagens. Não tive coragem, achava e acho que é um sacrilégio mexer naquela coisa linda. Mas houve uma conversa para entrarmos na corrida que vai haver para utilizar os personagens. Estou preocupado com isso, porque, para mim, o Sítio é como eu conheci, está grudado na minha cabeça. Se é dada uma oportunidade de fazer algo com o Sítio, podemos colocar nossa criatividade, arte e cultura da obra a serviço de uma modernização, adequação e acompanhamento. Não sei como seria. A porta não está fechada, está entreaberta. Não definimos nada.

É verdade que a sua obra será tema de um documentário?
Há uma produtora internacional interessada em fazer um documentário baseado no livro que escrevi. Estamos estudando o material. Eles vão fazer um esboço de como seria, eu vou aprovar, desaprovar ou orientar.

Sua amizade com o Shintaro Tsuji, fundador da Sanrio, transbordou na parceria de Mônica e Hello Kitty. Qual o próximo passo desse encontro? E há mais planos da MSP no Japão?
Devemos ter um musical com a Hello Kitty e a Mônica juntas. O Horácio está saindo de novo no Japão e estamos trabalhando muito com a possibilidade de lançar quadrinhos lá, ainda este ano deve sair material no Japão criado pelos nossos estúdios. Além disso, estamos investindo cada vez mais na área educacional. Temos um projeto para ensinar ética e cidadania a 28 milhões de crianças, ajudando filhos de japoneses que chegam no país a entendê-lo melhor. São cartilhas que distribuimos em escolas para eles se adaptarem mais facilmente, tudo feito com o carinho da Turma da Mônica. Essa parte é linda, mas não falamos muito sobre ela. Mexer com educação é uma das coisas mais gostosas e prazerosas para mim.

Fonte: Propmark

Licenciamentos da Kasmanas na Feira Escolar

A agência de licenciamento de marcas, personagens infantis e celebridades, Kasmanas Licensing, comemorou com muita satisfação o encerramento da Escolar Office Brasil – Feira Internacional de Produtos para Papelarias, Escritórios e Escolas, que realizou sua 32ª edição no início deste mês, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Por mais um ano, os produtos licenciados por intermédio da agência foram destaques absolutos no evento, no qual reúne lojistas e empresários do setor de todo o país. “Vê-los prontos para serem comercializados nos dá tanto orgulho, pois a gente se recorda de todo o caminho que tivemos de percorrer desde as primeiras reuniões”, comentou a gerente comercial da Kasmanas, Paula Osório.

Dentre as novidades exibidas na feira, estiveram as mochilas, lancheiras e estojos da animação Larva Tuba – que têm as larvinhas mais engraçadas da internet, com três bilhões de acessos no YouTube – em parceria com a Xeryus, referência nacional no segmento de mochilas infantis.

Já no estande da Luxcel, a marca jovem do grupo, Up4you, trouxe em primeira mão a coleção de mochilas, bolsas, nécessaires e estojos, desenvolvida com as celebridades mirins mais influentes da internet brasileira e estrelas do SBT, Maisa Silva, Larissa Manoela e João Guilherme.

Também presente na Escolar Office Brasil, a marca líder no mercado brasileiro de cadernos e agendas, Tilibra, apresentou as novas capas estampadas pelas atrizes Larissa Manoela e Maisa Silva, que serão comercializadas a partir de novembro deste ano. São quatro modelos diferentes, de cada uma, com fotos exclusivas feitas para a marca.

Foram mostrados, ainda, no estande da Tilibra, os lançamentos das mochilas e dos cadernos da Jolie, marca consolidada como uma das mais queridas entre o público infanto-juvenil e licenciada pela Kasmanas desde a sua criação, há mais de dez anos.

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“Posso afirmar que os produtos de todas as marcas com a quais trabalhamos para esta feira estão lindos e, sem dúvidas, serão sucessos de venda na próxima temporada de volta às aulas”, finalizou Paula.

Fonte: Kasmanas Licensing

Pooh faz sucesso nas telonas e na Líder Brinquedos!!

O filme mais aguardado de agosto: Cristopher Robin- um reencontro inesquecível,  traz a fofura de Pooh de volta às telonas.

Por falar em fofura e pensando em deixar todos os fãs de Pooh ainda mais apaixonados, a Líder Brinquedos lançou recentemente a coleção de Pooh em vinil, que é composta por bonecos de 25  e 10 cm, além do Upa-Upa do Tigrão, que é  super macio e ideal  para a criança pular e se divertir, auxiliando na coordenação motora e no equilíbrio.

Todos itens são atóxicos, livres de ftalatos, alta qualidade e possuem certificação dos órgãos competentes.

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Sobre a Líder Brinquedos

A Líder Brinquedos, empresa 100% brasileira, fundada há 30 anos acredita que brincar faz bem e vem se destacando no mercado com crescimento constante.

Hoje conta com uma área industrial de 43.000 metros, onde está instalada sua sede própria e produz itens inovadores de consagradas licenças e marca própria, que fazem o maior sucesso com clientes e consumidor final.

Líder Brinquedos…dá vontade de brincar!

 

Contato:

Carolina Turtelli de Marketing

Gerente de Marketing

carolina.turtelli@liderbrinquedos.com.br

Telefone: (11) 4543-5000

facebook.com/liderbrinquedos.oficial

Instagram: @liderbrinquedosoficial

 

Authentic Games será atração do ‘Conversa com Bial’

O mineiro Marco Túlio do canal Authentic Games será um dos entrevistados pelo jornalista Pedro Bial na próxima terça (14).

Aos 21 anos de idade, o mineiro Marco Tulio, sempre apaixonado por games, se tornou um fenômeno da internet com o Canal AuthenticGames no You Tube. Ele publica diariamente três vídeos para mais de 14,5 milhões de inscritos em seu canal. A média mensal de acessos chega a 150 milhões de visualizações. Desde a criação do AuthenticGames, em 2011, seus vídeos já receberam cerca de 5,9 bilhões de acessos.

Marco Túlio também é um sucesso fora das telas. É o maior vendedor de livros infantojuvenis do Brasil, atingindo a marca de mais de 600 mil exemplares das três obras lançadas. Artista da Sony Music, seu DVD em desenho animado “Authentic Games e seus amigos” foi “disco de ouro” na pré-venda e está, desde o lançamento, entre os três DVDs mais vendidos do Brasil. A marca ainda possui linha de roupas de cama, bonecos, uma escola de programação em Belo Horizonte, série de revistas em quadrinhos, parceria com a editora Caras. Linha de sandálias licenciadas com a Grendene e turnê nacional com show ao vivo nas principais cidades brasileiras.

Para saber mais sobre o canal Authentic Games, acesse:
Site: www.canalauthenticgames.com.br
YouTube: www.youtube.com/user/AuthenticGames
Twitter: www.twitter.com/AuthenticGames
Fanpage: www.facebook.com/AuthenticGames
Instagram: https://www.instagram.com/authenticgames/

Fonte: Assessoria de Imprensa [Authentic Games] – Wesley Figueiredo – (31) 3211-7532.

Produtos de material escolar dos artistas mirins do SBT lançados na Feira Escolar

Estrelas mirins do SBT são aposta de marcas de material escolar

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Eles são as celebridades mirins mais influentes da internet brasileira e as estrelas jovens da emissora de Silvio Santos. Estamos falando de Maisa Silva, Larissa Manoela e João Guilherme. O trio, que vem conquistando cada vez mais o mercado de produtos licenciados, foi destaque entre as novidades das principais marcas de material escolar para a temporada de volta às aulas 2019, exibidas na feira Escolar Office Brasil 2018.

No estande da Luxcel, a marca jovem do grupo, Up4you, trouxe em primeira mão a coleção de mochilas, bolsas, nécessaires e estojos, desenvolvida em parceria com os artistas do SBT. “Optamos por nos unir aos três maiores influencers do universo teen, Maisa, João Guilherme e Larissa, para agregar valor aos produtos e fortalecer ainda mais a marca. A coleção tem tudo para ser um sucesso de vendas e, pela boa receptividade do público na feira, estamos bastante otimistas”, comentou Rodrigo Amaral, do marketing da Luxcel.

Também presente na Escolar Office Brasil, a marca líder no mercado brasileiro de cadernos e agendas, Tilibra, apresentou ao público de lojistas e empresários do setor as novas capas estampadas pelas atrizes Larissa Manoela e Maisa Silva, que serão comercializadas a partir de novembro deste ano. São quatro modelos diferentes, de cada uma, com fotos exclusivas feitas para marca.

Maisa Silva, João Guilherme Ávila e Larissa Manoela são três nomes de peso que reforçam o casting de marcas e celebridades agenciadas pela Kasmanas Licensing. As parcerias de licenciamento exibidas na feira foram intermediadas pela equipe liderada pela empresária Ana Kasmanas.

Fonte: Kasmanas Licensing

Mattel: Sugestões de presentes nostálgicos para o Dia dos Pais

Conheça opções dos produtos mais divertidos para a data

Com a chegada do Dia dos Pais, a Mattel preparou uma lista de presentes divertidos para a data especial com produtos de franquias clássicas como Liga da Justiça, Hot Wheels e Jurassic Park.

Confira abaixo a seleção feita especialmente para os pais a partir de R$ 19,90:

 
Hot Wheels – Edição 50 anos Black&Gold

Em comemoração do seu 50º aniversário, Hot Wheels lança coleção limitada Black&Gold, de seis modelos clássicos, são eles: Twin Mill, Bone Shaker, Rodger Dodger, Dodge Dart, Impala, Ford Ranchero
Preço sugerido: R$ 19,90

Hot Wheels – Edição 50 anos Clássicos
Réplicas de 5 carros originais Hot Wheels com novos detalhes gráficos e embalagens, em edição comemorativa de aniversário! Com estrutura completa de die-cast, rodas com detalhe vermelho e botão colecionável.
Preço sugerido: R$ 69,99

Colecionáveis Liga da Justiça
Action Figures de 30cm do filme Liga da Justiça, com estilos e trajes atualizados, além de 11 pontos de articulação.
Preço Sugerido: R$ 59,99

Jurassic World – Sortimento Dinossauros Básicos
Sortimento com figuras de dinossauros inspiradas no filme. Elas se juntam, caçam e atacam. Cada figura possui 5 pontos de articulação, formato realista e decoração autêntica.
Preço sugerido: R$ 69,99

Jurassic World – Esqueletos Jurassicos
Sortimento com quatro dinossauros diferentes e seus fósseis, com instruções de montagem. Inclui um Velociraptor, um Stygimoloch, um Tricerátops e um Pteranadon.
Depois de montar, é possível colocá-lo sem seus apoios, ao lado de uma placa com informações e fatos. É como ter seu próprio museu de história natural! E eles vêm com uma chave de “ativação” de DNA que aciona um movimento característico da espécie, dando vida aos dinossauros: um deles mexe o maxilar, outros a cabeça e um até bate as asas. Cada conjunto vem com os ossos do fóssil, apoio e placa.
Preço sugerido: R$ 99,99

Fonte: In Press Assessoria de Imprensa e Comunicação Estratégica – Ana Beatriz Gonçalves – (11) 3323-3831.

Felipe Folgosi lança a campanha de sua nova HQ “CHAOS”, no Catarse

“CHAOS” é a aguardada continuação da Graphic Novel “AURORA”, criada pelo autor.

No dia 7 de agosto, terça-feira, o ator e roteirista Felipe Folgosi lança a campanha da graphic novel “CHAOS”, no site de financiamento coletivo Catarse. “CHAOS” é a sequência do universo iniciado pelo autor em “Aurora”, lançado em 2015.

Sobre a nova história, Felipe comenta “Ela começa onde a anterior parou, mas com o Gabriel dominando a cena no combate à Nova Ordem Mundial, ao lado dos personagens que conhecemos, Ryan, Cláudia e Annabelle. Claro que também teremos novos heróis e vilões, muitas sequências de ação eletrizantes, e como no Aurora, tudo isso muito bem amarrado numa trama que envolve ciência, filosofia, política, sociedades secretas, trans-humanismo, ação, sacrifício e aventura. Enfim, um thriller de ficção-científica com muita teoria da conspiração, do jeito que a gente gosta! “.

Felipe desenvolve uma história de ação surpreendente que mistura fatos científicos e questões filosóficas. “Como fã do gênero, penso que as melhores histórias partem de premissas reais combinadas de forma inusitada e levadas às últimas consequências, então pesquisei muito para que cada termo científico usado, cada dado técnico citado gerasse uma sensação de verossimilhança no leitor”, explica o autor, que levou dez anos para escrever “Aurora”, mas que precisou apenas de seis meses para concluir o roteiro de “CHAOS”, no final de 2015. “Como já havia feito a pesquisa para o Aurora, que foi extensa e detalhada, começando com dados sobre astronomia e física, passando por partículas cósmicas, precessão dos equinócios, aceleradores de partículas, agências de inteligência militar, sociedades secretas e toda essa loucura, quando chegou a hora de escrever o Chaos foi muito mais rápido porque o universo já estava criado”, relata.

Páginas internas da graphic novel (reprodução)

Felipe estudou cinema em São Paulo e fez especialização em roteiro na UCLA, Estados Unidos. Ele desenvolveu inicialmente o roteiro de “Aurora” para o cinema, mas adaptou a trama para história em quadrinhos ao perceber seu imenso potencial gráfico. Em “CHAOS”, ele segue a receita de sucesso. “Consegui juntar elementos suficientes para criar uma história plausível partindo de uma premissa fantástica, misturando astronomia, medicina, evolucionismo com uma boa dose de teorias da conspiração”, finaliza.

Fã de quadrinhos, Felipe conta que a inspiração de “CHAOS” vem tanto do universo das HQs quanto da ciência e para isso, precisaria encontrar um artista a altura. A missão foi dada ao desenhista argentino Emilio Utrera, que além do traço e arte final, também colore a obra. Felipe, que procurou um artista por quase dois anos, enfatiza “Encontrei no Emi um parceiro que estava buscando faz algum tempo, um cara completo, ponta firme e extremamente sensível na tradução do roteiro e layout para o papel. Estou bem satisfeito com o trabalho dele e acredito que o público brasileiro também ficará”.

Felipe Folgosi – Fez faculdade de cinema na FAAP e especialização na UCLA por dois anos, com ênfase em roteiro. Desde 2000 tem colaborado em vários veículos como o Jornal da Tarde, revista da Avianca e na revista Licensing Brasil. Em 2001 ganhou o Concurso Nacional de Dramaturgia promovido pelo Ministério da Cultura com a peça “Um Outro Dia”.

Começou a fazer teatro aos quinze anos e estreou aos dezessete na televisão com a minissérie “Sex Appeal”, na Rede Globo, em 1993. Em seguida fez a novela “Olho no Olho”, onde era o protagonista Alef. Depois esteve em “Explode Coração”, “Corpo Dourado”, “Vidas Cruzadas”, “Jamais te Esquecerei”, “Começar de Novo”, “Os Ricos Também Choram”, “Prova de Amor”, trilogia “Os Mutantes” e “A Terra Prometida” na Rede Record.

Como apresentador, esteve no programa “Tá Ligado” da Fundação Roberto Marinho, em STV na Dança na TV Senac, em “Acredite Se Quiser” na Band. Mais recentemente participou do longa-metragem “A Grande Vitória” com Caio Castro e Sabrina Sato, da série “Politicamente Incorreto” com Danilo Gentilli, na FOX, e da novela “Chiquititas” do SBT. Felipe acabou de participar do programa da GNT “Que Maravilha- Aula de Cozinha” e atualmente está no seriado “171-Negócio de Família” para o Universal Channel. No teatro fez mais de dez peças, entre elas “Gato Vira-Lata”, de Juca de Oliveira.

Em 2018, Felipe lançou o longa-documentário “Traço Livre”, que coproduziu e apresenta, sobre o cenário atual do quadrinho independente no Brasil. Com previsão de lançamento para 2019, ele estará no longa “Eu Sou Brasileiro” de Alessandro Barros.
Lançou em 2015 sua primeira Graphic Novel, “Aurora”, que foi um sucesso de crítica e público, tendo sido indicada ao maior prêmio dos quadrinhos nacionais, o “HQMix”.

Em 2017 lançou seu segundo projeto em quadrinhos, desta vez uma história de suspense e terror psicológico chamada “Comunhão”. Participou também das coletâneas “Visões de Guerra” e “Selva Gazeta Gráfica”.

Em 2018, Felipe lançou seu curso online de composição narrativa chamado “Contador de Histórias” na plataforma cultural Savoá.
Também participa da antologia “Narrativas do Medo Volume 2” com o conto “Non Plus Ultra”, lançará sua próxima Graphic Novel chamada “Um Outro Dia”, prevista para o segundo semestre e já está produzindo a continuação do Aurora chamada “CHAOS” para 2019.

Emilio Utrera – Cartunista e escritor argentino, Emilio criou quadrinhos autorais como BARRAS e P4TRIOTAS. Também na revista Fierro, participou de uma antologia para editora americana Vertigo e ganhou o primeiro lugar no Concurso Nacional de Graphic Novel da Prefeitura da Cidade de Córdoba. Emilio foi finalista do concurso nacional para o jornal de San Luis e uma recebeu menção honrosa no concurso de quadrinhos da “Revista Cultural Ñ”.

Lançamento da campanha da graphic novel “CHAOS”, de Felipe Folgosi no Catarse
Roteiro, adaptação, layouts e produção: Felipe Folgosi
Arte: Emilio Utrera
Preço: R$39,90
Quantidade de páginas: 128 de arte, 136 totais.
Endereço: www.catarse.me/aurora2chaos

Fonte: Assessoria de Imprensa. 

Campanha transforma airbags em emojis

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), em parceria com a agência Fields360, de Brasília, criou uma campanha que alerta sobre o uso de celular no trânsito.

A publicidade de “Emojis” coloca as famosas carinhas que usamos na comunicação em redes sociais no lugar dos airbags de segurança dos carros.

O uso do celular ao volante é a terceira maior causa de mortes no trânsito no Brasil.

De acordo com a NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration), o uso do aparelho aumenta em 400% os riscos de acidentes.

O problema é reafirmado pelo estudo feito pela Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária), que aponta que desviar o olhar para responder uma mensagem à velocidade de 80 km/h equivale a dirigir durante uma extensão equivalente a um campo de futebol inteiro com os olhos fechados.

Fonte: Redação Promoview.