You are currently viewing Barbie ganha versão inspirada em pesquisadora Jane Goodall

Barbie ganha versão inspirada em pesquisadora Jane Goodall

A boneca faz parte da iniciativa “Mulheres Inspiradoras”, criada pela Mattel para celebrar mulheres que se destacam

Divulgação/Mattel

A boneca vem como uma réplica do primeiro chimpanzé que se aproximou de Jane Goodall em suas pesquisas no Leste da África

A primatologista britânica Jane Goodall acaba de realizar um antigo desejo: ter uma boneca Barbie em sua homenagem, inspirando meninas a se tornarem cientistas. “Eu queria uma boneca como eu antes mesmo de essa ideia surgir”, disse à agência Reuters. Com modelos diversos de bonecas, de astronautas a médicas, as meninas entendem que podem fazer suas escolhas, segundo Goodall.

Jane Goodall fez descobertas importantes sobre o comportamento dos chimpanzés e mudou a imagem que os homens tinham dos animais. Jovem e mulher numa academia majoritariamente masculina, ela enfrentou a comunidade científica. Aos 88 anos, ela é ativista ambiental.

A boneca inspirada na cientista usa uma camisa cáqui, um par de binóculos e leva um caderno. A caixa da Barbie também tem uma réplica de David Greybeard, primeiro chimpanzé que se aproximou dela em suas pesquisas no Leste da África.

A Mattel também vai fazer uma parceria com o Jane Goodall Institute e o movimento Roots & Shoots, que trabalha questões ambientais com jovens e crianças.

Mulheres inspiradoras
A nova Barbie é feita de plástico reciclado e faz parte da iniciativa “Mulheres Inspiradoras” criada pela Mattel para celebrar mulheres que se destacam.

No ano passado, foram lançadas seis Barbies inspiradas em mulheres que tiveram papéis importantes na luta contra o coronavírus, como a biomédica brasileira Jaqueline Goes, responsável pela equipe que sequenciou o genoma do SARS-CoV-2 em apenas 48h no Brasil.

Além dela, também foram homenageadas a enfermeira norte-americana Amy O’Sullivan; Audrey Cruz, que atuou na linha de frente em Las Vegas e foi importante no combate ao preconceito racial e a discriminação; a psiquiatra canadense Chika Stacy Oriuwa, que expôs o racismo sistêmico na área da saúde; Sarah Gilbert, do Reino Unido, líder no desenvolvimento da vacina de Oxford; e a australiana Kirby White, que desenvolveu um uniforme que pode ser lavado e reutilizado, permitindo mais praticidade aos trabalhadores da linha de frente.

Fonte: Forbes

 

 

Deixe um comentário