Pesquisa Game Brasil aponta que homens de classe A ou B de até 34 anos são o principal público de videogames

Amaioria dos brasileiros (66,3%) joga games eletrônicos. Entre as principais plataformas de jogo, estão smartphone (83%), videogame (48,5%) e notebook (42,6%). Além disso, praticidade (29,2%), ter sempre em mãos (28,1%), possibilidade de jogar em qualquer lugar (27,8%), acessibilidade (21,0%) e qualidade de imagem (17,6%) são itens buscados pelos consumidores em plataformas de jogos digitais.

Os dados são da sexta edição da Pesquisa Game Brasil (PSG), realizada em fevereiro deste 2019 com 5.110 pessoas. A pesquisa considera gamers aqueles que têm o hábito de jogar jogos digitais, independentemente de estilo de game, frequência ao longo da semana, duração de partidas e conhecimento sobre jogos, softwares e hardwares.

Segundo o estudo, o público principal de videogames são homens de classe A ou B de até 34 anos, os hardcore gamers. Já entre os casual gamers, os que não se consideram jogadores ávidos, estão as mulheres de 25 a 34 anos.

A PSG também mapeou o conhecimento de jogadores brasileiros em e-Sports: 60,3% afirmaram conhecer a modalidade; desse número, 48% praticam. Em relação aos espaços de consumo, 60,6% do público hardcore acompanha partidas pelo YouTube, deixando para trás Facebook (38,4%), TV paga (34%) e Twitch (21,2%).

No estudo PSG, gamers são aqueles que têm o hábito de jogar jogos digitais, independentemente de estilo, frequência e conhecimento (Crédito: Divulgação)

A prática de consumir jogos, de acordo com o estudo, está veiculada a outras atividades: assistir à TV (48,3%), escutar música (41%), navegar na internet (23,5%), comer (23,5%) e beber (23,3%). Os hardcore gamers costumam consumir mais alimentos que o casual gamers como refrigerantes (39%), salgadinhos (38,1%) e sucos (35,7%). Entre essa primeira categoria de gamers, 15,9% não consomem vídeos por streaming.

A pesquisa ainda expõe que 41,3% dos pais discordam —  totalmente ou parcialmente — que os jogos digitais levam ao comportamento agressivo. Entre os pais gamers, 41,6% concordam — totalmente ou parcialmente — que os jogos podem atrapalhar a aprendizagem de seus filhos.

Na América Latina, 52,6% têm o costume de jogar jogos eletrônicos, independentemente da plataforma. Entre os jogadores, 50,3% são homens e 49,7%, mulheres. Nessa região, o smartphone destacou-se como a principal plataforma de jogo, com 81% — na frente de videogame (33,3%) e de tablet (19,8%).

Confira mais dados da sexta edição da Pesquisa Game Brasil:

(Crédito: divulgação)

*Crédito da foto no topo: Jaroslav Nymburský/Pexels

Fonte: Meio & Mensagem