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21fev
Os clássicos minigames LCD dos anos 90 serão relançados
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A iniciativa é da Hasbro, que irá trazer inicialmente quatro jogos: The Little Mermaid, Transformers: Generation 2, X-Men Project X e Sonic the Hedgehog 3

Agora a mão da nostalgia chega tremeu. Os clássicos minigames dos anos 1990 serão relançados pela Hasbro nos Estados Unidos, por US$ 14,99. Serão quatro versões, cada uma com um jogo (claro): The Little Mermaid, Transformers: Generation 2, X-Men Project X e Sonic the Hedgehog 3.

Mesmo extremamente limitados, esses minigames tiveram títulos muito populares na época, como os já citados Transformers, X-men e Sonic, além de Mortal Kombat, Donkey Kong, Contra, Golden Axe, Robocop e muitos outros. A Tiger Electronics era a maior fabricante, e foi dela que a Hasbro comprou os direitos.

Se você quiser ter um pouco da experiência de jogar um minigame, o Internet Archive possui uma enorme coleção de jogos e um emulador que roda no próprio navegador. Vale a pena dar uma conferida e matar as saudades (ou agradecer aos deuses pelo seu Nintendo Switch).

Fonte: Olhar Digital

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21fev
Não existe “publicidade infantil”…
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O artigo Publicidade infantil? Ministro da Justiça desconhece, mas ela já é ilegal”, publicado em 11/02 no UOL por Pedro Hartung, coordenador dos programas Criança e Consumo e Prioridade Absoluta do Instituto Alana, contém algumas distorções, outras imprecisões e equívocos nas conclusões.Comece-se pela distorção, que neste caso é conceitual: ao contrário do que diz o texto, não existe “publicidade infantil”. O infeliz termo, afinal, é técnico, porque seria “publicidade infantil” a propaganda estrelada por crianças, a que conta uma historinha, a que é roteirizada, produzida, alocada por crianças? O correto a se dizer é “publicidade de produtos e serviços consumidos por crianças”.

Bem a propósito, a comunicação de tais itens, ao contrário do que arrisca o artigo, está sustentada por pelo menos 22 normas, mais do que o Reino Unido, com 16 normas, e que os Estados Unidos, com 15. Além disso, a regulamentação existente hoje e presente tanto na Constituição Federal como no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), no Código de Defesa do Consumidor (CDC) e no Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária (Conar), que cumpre com grande competência seu papel há 40 anos, com regras aplicáveis a todos os anunciantes justamente para assegurar a ética na publicidade. O artigo 37 do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária é o texto mais detalhado e profundo a respeito de como o anunciante deve se comunicar quando anuncia itens consumidos por crianças.

Cenário de insegurança e instabilidade

O artigo é infeliz. Trata do assunto da publicidade de itens infantis como se já fosse “pacificado em nossa sociedade”. Não há qualquer pacificação, ao revés, há um cenário de insegurança e instabilidade que paulatinamente demoveu anunciantes de bens para crianças, licitamente ofertados em mercado, a persistirem em campanhas que eram vergastadas em ações orquestradas para dissuadi-los —notificações ameaçadoras, “denúncias” a órgãos e instituições, notas em grandes veículos —, o que causava indefectível “chilling effect”, o efeito resfriador do discurso, uma das principais vertentes da censura nos dias de hoje.

Houve um venerável trabalho de construção de uma proibição que não existe. Para isso, valeram-se de estudos de instituições de renome sem qualquer base empírica e repletos de ilações; mudanças ocasionais no discurso (ora “queremos a proibição”, ora “não queremos a proibição, mas a regulação”, ora “a publicidade é ilegal pela resolução do Conanda”, e, mais recentemente, “o Código de Defesa do Consumidor já proíbe a ‘publicidade infantil'”); alianças com órgãos e outras entidades, tudo a formar um caldo com base em repetições que, nada obstante não se sustentarem, se solidificaram no inconsciente coletivo e não enfrentaram resistência hábil para debelá-las.

Não, “publicidade infantil” não é prática abusiva. Não há nada na legislação que a defina assim, mas apenas uma construção um pouco obtusa, fragmentada e parcial —para não dizer forçada —nesse sentido.

O que é abusivo, no regular do CDC, é a publicidade “que se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança”. Quando o legislador usou o verbo “aproveitar”, remeteu ao intérprete a tarefa de analisar caso a caso se houve aproveitamento. Nada mais correto: a figura do abuso deve ser aferida em casos concretos.

Se o legislador pretendesse, diria: “Toda a publicidade de itens para crianças é abusiva”. Não o fez, acertadamente. Por vias tortas, interessados pretendem atribuir essa visão forçada ao dispositivo. Mas isso não se mantém em pé. Os próprios julgamentos do STJ a que alude o artigo trataram de casos concretos e suas decisões não têm efeitos gerais e abstratos, portanto é mentira que o STJ proibiu a “publicidade infantil”.

No decorrer do respondido artigo, o autor revela sua pretensão: partindo do pressuposto que pais e responsáveis são inaptos a refrear os desejos de seus filhos, arvora-se na altivez de proclamar o que é adequado para todo o mundo, brandindo uma proibição.

O trecho “culpam justamente as famílias, já tão sobrecarregadas, pelo fato de não dizerem ‘não’ aos desejos infantis implantados pela sedução da publicidade”. Com todo o respeito, isso não pode ser levado a sério: então: a) as famílias são incapazes de educar seus filhos; por isso b) a sociedade civil e o Estado tem de fazê-los; impondo c) a proibição do direito de anunciar produtos legais, já que; d) a publicidade seduz as crianças, transformando-os em autômatos, robôs.

Ora, esse discurso, no fim, casa com uma atitude extremamente autoritária, que desconsidera a autonomia das famílias, o poder de crítica dos pais, a direção da educação de seu filhos (o que está na Constituição e no ECA), arvorando-se no pálio da bem aventurança e do todo-poder de dizer aos outros o que eles podem e o que eles não podem assistir.

O artigo perde qualquer réstia de credibilidade que ainda possuiria quando trata de “sobrepeso e erotização”. Para o autor, a publicidade erotiza meninas e causa obesidade. A pergunta é: tem provas disso? Se não tem, esses pensamentos não passam de ilações.

Do mesmo jeito que o autor fala no “estudo da The Economist” —o mesmo em que seus autores deixam claro, ao final do documento, que não podem assegurar que os resultados estão efetivamente corretos —e omite o estudo da Consultoria GO Associados, que aponta que a proibição da publicidade de itens infantis causaria impacto econômico de mais de R$ 35 bilhões, o autor fala em ECA, CDC e Constituição, mas omite os próprios ECA, CDC e Constituição, além da Lei de Liberdade Econômica, todos a garantir ao anunciante a possibilidade de comunicar seus produtos e serviços, ainda que consumidos por crianças, sempre de maneira lícita e ética, seguindo as boas práticas na publicidade.

As entidades defendidas no artigo estão com temor da regulação da Senacon porque ela representa uma perda no terreno por elas ganhado ao longo de mais de dez anos: relativiza a malfadada e inconstitucional e ilegal Resolução 163 do Conanda, o equivocado discurso da proibição pelo STJ, a errônea interpretação que ECA, CDC e Constituição proíbem a “publicidade infantil”. E, para isso, o articulista abre um arsenal de impropriedades e equívocos.

É óbvio que a ausência de programação infantil na TV aberta, que é financiada por publicidade, caiu deveras em função da crença dissuadida pelos setores da sociedade civil que pregam que a “publicidade infantil” é proibida —nesse sentido, hoje, esse pessoal prova do mesmo veneno que aplicou.

Anunciantes não queriam mais receber cartas ameaçadoras e pararam de anunciar; sem verba, a produção parou de ser financiado. É tão difícil compreender esse raciocínio? O ministro Sérgio Moro está certo, a programação infantil sumiu da TV aberta porque não há publicidade, isso em função da ação dos mesmos que hoje bradam por uma ilegalidade que não existe.

Por fim, é interessante saber de que época exatamente o articulista falava quando havia desenhos sem publicidade sábado de manhã. Não consta que não havia publicidade de brinquedos, roupas infantis, papelaria, acessórios para crianças e toda uma gama de licenciamento dos apresentadores nos intervalos de programas como o Xou da Xuxa, Mara Maravilha, Balão Mágico, TV Colosso, entre outros. Seria interessante se o articulista provasse o que alegou.

De sua parte, a ABRAL continua com sua missão de disseminar as melhores práticas nesse campo, por intermédio da educação no setor onde atua. Faz isso pela crença de que a comunicação responsável colabora com o desenvolvimento da sociedade, em um ambiente saudável e dinâmico. Na defesa da liberdade e da norma.

Fonte: Uol

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21fev
Leiturinha lança livro personalizado com Bubu e as Corujinhas
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Em um lançamento exclusivo da Loja Leiturinha nesta semana, a produção brasileira Bubu e as Corujinhas chega em um livro que une tecnologia, personalização e brincadeiras educativas.

Totalmente personalizado, o livro dá às crianças a oportunidade de ver o seu próprio avatar nas páginas de uma enriquecedora aventura, desenvolvendo habilidades relacionadas a resolução de problemas, empatia, justiça e a lidar com o medo e frustrações.

Intitulado “Mistério na Neve”, o livro acompanha uma cartela de adesivos personalizados, dedoches dos personagens e acesso completo e gratuito ao app infantil Kode, o assistente virtual. Mais informações no blog da Leiturinha.

Bubu e as Corujinhas: Mistério na Neve Seu filho é o personagem principal de uma aventura inesquecível! Crie um avatar igualzinho ao seu filho e receba em casa um livro de atividades totalmente interativo e personalizado. Para completar a história, as crianças terão que realizar atividades e completar desafios na companhia do Kode, o assistente virtual (que deve ser acessado pelo celular).

Fonte: Vertical Licensing

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21fev
Cachorro ‘invade’ estúdios da ESPN
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Em ação de novo filme de Harrison Ford, “O Chamado da Floresta”, cachorro ‘invade’ estúdios da ESPN

A estreia do filme “O Chamado da Floresta” foi tema de mais uma ação de cross marketing entre as marcas da The Walt Disney Company. Na edição da manhã do SportsCenter desta quinta-feira, o comentarista Mário Marra surpreendeu os colegas da atração ao aparecer com seu cachorro, Otto, nos estúdios do tradicional programa jornalístico da ESPN.

O SportsCenter teve início sem a presença de Marra, fato que causou estranhamento nos apresentadores Luciano Amaral e Marcela Rafael. Após ligação de Luciano, Marra comentou estar de folga e por isso passeava com seu cachorro. Informado que estava escalado para participar do SportsCenter, Marra chegou pouco tempo depois na ESPN, acompanhado de seu cão da raça golden retriever. Depois da festa pela participação do convidado especial, o comentarista falou da relação de amizade com Otto e relembrou algumas histórias ao lado do animal de estimação. Veja o momento da “invasão” aqui: https://www.instagram.com/p/B8ysWKWANbk/

A iniciativa promove o filme da Disney que estreia nessa quinta-feira (20) nos cinemas de todo o Brasil e é uma adaptação do clássico literário norte-americano The call of the Wild, obra de Jack London, de 1903. O filme, estrelado por Harrison Ford traz para o cinema a história de Buck, um cão que teve sua vida doméstica totalmente alterada após sair de sua casa, na Califórnia, e se mudar para o exótico e selvagem cenário do rio Yukon, no Alasca, durante a corrida do ouro em 1890. Como novato na equipe de cães puxadores de trenós, Buck vive a aventura de sua vida ao lado de John Thornton, interpretado por Harrison Ford.

Assista ao trailer do filme: https://www.youtube.com/watch?v=3kMHTbr5g68

Link para fotos do filme: https://we.tl/t-OJLRBAWXuM

Fonte: The Walt Disney

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20fev
Para rasgar a fantasia (pirata…)
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Márcio Costa de Menezes e Gonçalves*

20 de fevereiro de 2020 | 11h00

Márcio Costa de Menezes e Gonçalves. FOTO: DIVULGAÇÃO

A máxima brasileira de que o ano só começa após o Carnaval, não vale, se analisarmos os altos índices de pirataria das fantasias. Muito antes da celebração  do Carnaval, os fabricantes de fantasias piratas já estão com os seus produtos ilegais distribuídos junto ao comércio informal,  lojistas e comércio digital. Quem mais sofre com estas ações ilegais são aqueles que detêm as licenças das marcas e personagens para fabricar tais produtos; ou seja, os fabricantes legais e licenciados, que ano após ano vêm amargando prejuízos enormes em suas operações, muito em virtude da ação dos fabricantes, anunciantes e revendedores de pirataria.

Temos acompanhado, especialmente no último ano, uma maior coordenação das ações dos órgãos públicos envolvidos no combate à pirataria, não podemos negar. As ações em nível federal, coordenadas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), do Ministério da Justiça, com a participação de algumas agências governamentais, a exemplo da Anatel, Anvisa e Inmetro e, em nível municipal, as emblemáticas ações de repressão coordenadas pela Prefeitura do Município de São Paulo, em parceria com a Guarda Civil Metropolitana, Diec/Polícia Civil e Receita Federal, têm trazido importantes avanços na defesa da legalidade.

Exemplo destas ações, e que merece o nosso aplauso, ocorre nesta semana que antecede o Carnaval, quando as autoridades públicas paulistanas, em especial Deic e equipes da Prefeitura Municipal de São Paulo e da Guarda Civil Metropolitana, deram um duro golpe naqueles que ofertavam fantasias piratas, principalmente na região central da capital. A ação denominada “Operação Colombina” culminou com a apreensão, em um único dia, de mais de 3,5 toneladas de produtos falsificados, junto a fabricantes, lojistas e comerciantes informais.

Importante dizer que mencionadas ações de repressão, além de trazer um ambiente concorrencial mais justo àqueles que trabalham na legalidade, acabam protegendo diretamente os consumidores, que muitas vezes pensam estar levando vantagem na aquisição de um produto pirata, quando, na verdade, não estão. Isto porque a qualidade de um produto pirata é sempre inferior aos produtos originais, que passam por diversos testes antes de ir ao mercado, além de eles atenderem às regulamentações dos órgãos normatizadores.

No caso aqui mencionado (fantasias de Carnaval), aquelas feitas de tecido, enquadradas como produtos têxteis, por exemplo, devem conter na etiqueta as seguintes informações obrigatórias em português: dados do fabricante ou importador, CNPJ, país de origem, composição têxtil, cuidados de conservação e indicação de tamanho. Esses dados ajudam, por exemplo, a evitar possíveis reações alérgicas a determinados tipos de tecido. No caso das fantasias piratas, não encontramos nenhuma informação.

Também, adverte o Inmetro, muitas fantasias usam máscaras ou incluem acessórios. Segundo a autarquia, os acessórios de fantasia são classificados como brinquedos e, portanto, devem apresentar, obrigatoriamente, o selo do Inmetro. Máscaras, por exemplo, podem causar asfixia e outros brinquedos podem ter peças pequenas que podem ser engolidas. Assim, os consumidores devem sempre procurar o selo do Inmetro nas suas embalagens.

No caso de lantejoulas, paetês, apitos, confetes e serpentinas, é bom ficar atento se a quantidade indicada nas embalagens corresponde ao conteúdo. Adesivos para unha de uso infantil e tatuagens adesivas indicadas para crianças até 14 anos, comuns no Carnaval, também devem ter o mencionado selo.

No Carnaval, pasmem, a venda de preservativos falsificados tende a crescer. Neste caso, a regulamentação vem da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas o Inmetro é o responsável pelas regras de certificação e adverte que preservativos nunca devem ser adquiridos de forma individual, mas sim em caixas ou embalagens, sendo a única exceção as campanhas do Ministério da Saúde.

Ou seja, das fantasias às camisinhas, das camisinhas às bebidas alcoólicas vendidas em camelôs, o risco da pirataria é enorme para a nossa sociedade, e os consumidores devem ficar bem atentos, pois no final da festa, passada a euforia, a aquisição de um produto falsificado é um “barato” que sempre sai caro. Isso quando ele não causar danos à saúde e segurança dos consumidores.

É rasgar a fantasia, e aproveitar a folia; sem pirataria!!!

*Márcio Costa de Menezes e Gonçalves é CEO e sócio fundador de Márcio Gonçalves Advogados, especialista em Propriedade Intelectual e Direito Digital. Presidente do ICI – Instituto do Capital Intelectual, diretor jurídico da ABRAL – Associação Brasileira de Licenciamento de Marcas e Personagens, tendo sido o primeiro Secretário Executivo do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, do Ministério da Justiça. Membro da Comissão de Propriedade Intelectual da OAB/SP

Fonte: O Estado de São Paulo

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20fev
Niantic transforma McDonald’s em paradas para Pokémon Go
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Iniciativa nasceu no Brasil e terá alcance em toda a América Latina

A Niantic, produtora do jogo Pokémon Go, e o McDonald’s estão com uma parceria interativa na América Latina.

A partir desta quarta (19), os mais de 2500 restaurantes da rede distribuídos em 23 países da América Latina, incluindo o Caribe, estão dentro do jogo como Poké Paradas ou Ginásios, com conteúdo extra para os jogadores.

Os Treinadores que visitarem as Poképaradas do McDonald’s dentro do jogo podem receber pesquisas de campo patrocinadas ao girarem os Fotodiscos, e todos os Ginásios da rede de fast food serão Reides EX.

As empresas também devem organizar eventos especiais, como Reides com Pokémon Lendários em restaurantes selecionados na região.

Além disso, o McDonald’s irá oferecer cupons de descontos exclusivos para jogadores do Pokémon GO.

A parceria terá uma duração inicial de quatro meses, sendo possível uma extensão adicional de mais 12 meses.

Aramis Pelissari e Leonardo Wille, gerentes de parcerias estratégicas da Niantic no Brasil, contam que a iniciativa nasceu no país e recebeu apoio da empresa. “É a culminação de meses de muito trabalho para que pudéssemos trazer a todos os jogadores da região o melhor conteúdo especial possível de Pokémon GO – que geralmente só está disponível nos Estados Unidos, Europa e Ásia. Acreditamos que esta ação irá pavimentar o caminho para futuros empreendimentos semelhantes na indústria de games brasileira.”

O Brasil tem a maior concentração de jogadores de Pokémon GO e de restaurantes McDonald’s de toda a América Latina. São mais de 1000 lojas do Méqui no país.

 

 

 

 

 

Fonte: Propmark

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20fev
Cacau Show vai investir R$ 35 milhões na Páscoa 2020
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Marca apresenta 50 opções de produtos e elege o ator Caio Castro como o seu novo garoto-propaganda

Marca apresentou 50 novas opções de produtos para a Páscoa (Créditos: Alisson Fernández)

A Páscoa, sem dúvidas, é a época mais importante para as empresas fabricantes de chocolate. Com a proximidade da data, a Cacau Show anunciou nesta quarta-feira (19), em sua mega store do Morumbi Shopping, em São Paulo, 50 novas opções de produtos. Em entrevista exclusiva ao PROPMARK, Alexandre Costa, fundador da Cacau Show, revela um investimento de R$ 35 milhões para a Páscoa e um crescimento de dois dígitos para o ano de 2020. Números totalmente fora da curva quando analisamos os dados econômicos do país mas, segundo o executivo, o desafio da marca é oferecer produtos de qualidade e preços acessíveis para todas as pessoas.

Alexandre Costa demostra as novidades para a Páscoa 2020 (Créditos: Alisson Fernández)

Mercado 

Há 31 anos oferecemos ao mercado brasileiro e, quem sabe em breve para outros geografias do mundo, produtos de qualidade, com experiências de consumo e preços acessíveis. Para essa Páscoa não será diferente. Trazemos 50 novos produtos com preços que vão de R$ 9,90 até R$ 299,90 em cestas que possuem vários produtos. Estamos aqui para oferecer opções para todas as pessoas. Não queremos que nenhum brasileiro deixe de entrar em uma loja da Cacau Show por não ter recursos. Todos os nossos esforços são pensados com essa linha de raciocínio. Acreditamos que com qualidade e disciplina conseguimos ter bons preços. A Cacau tem essa missão.

Páscoa

Para a Páscoa 2020 o nosso investimento geral, incluindo ações, mídia e etc, gira em torno de R$ 35 milhões. Este é o grande momento da indústria de chocolates e precisamos aproveitar a época para marcar o nosso espaço na cabeça e no coração dos consumidores. Em uma pesquisa recente da Kantar, a Cacau Show foi apontada como a marca líder na cabeça das pessoas quando o assunto é chocolates. Isso mostra a força e o poder da marca.

Licenciamento

Trabalhamos bastante as marcas que desenvolvemos e que já possuem uma boa aceitação do público como Bella’s, Chocomonstros, Chocobichos, Chocoesportes e etc. Para este ano as novidades são as licenças de Scooby-Doo e Looney Tunes, que já são marcas super consolidadas. Estes produtos vão trazer chaveiros e toucas que se mexem e fazem barulho. Caprichamos nos brindes. Além disso, temos ovinhos com a marca Capricho e MasterChef Júnior, para os novos aspirantes a cozinheiros. Procuramos estar prontos para atender todos os tipos de consumidores. A Cacau Show é inclusão.

Opções para todos os tipos de público (Créditos: Alisson Fernández)

Comunicação

Há um ano e pouquinho estamos muito felizes trabalhando com a agência LVL. Para a comunicação deste ano escolhemos o ator Caio Castro, pois ele é um menino muito especial para a marca. Na história da Cacau Show não existe nenhum ator contratado que não tivesse um relacionamento prévio com a marca. Mas, além de tudo, ele é uma pessoa empreendedora, com bons valores, é democrático e conversa com todos os tipos de pessoas. Na Cacau não queremos trabalhar em nichos. Não acredito nisso. Queremos fazer as pessoas felizes. A campanha será veiculada em todas as plataformas, teremos muitas ações no digital, filmes de TV e ativações em geral.

Inovação

A Cacau Show vem trabalhando fortemente na parte de gelateria, pois ela tem uma proximidade muito grande com o universo do chocolate. Também temos desenvolvido muito a nossa área de cafeteria com confeitaria e drink de café. Em relação a inovação, a cabeça não pára e logo teremos grandes novidades. Assim que assinar alguns contratos conto para vocês. Vamos continuar inventando muita moda para os brasileiros e, quem sabe, outros consumidores do mundo inteiro.

Os clássicos produtos da marca também marcam presença (Créditos: Alisson Fernández)

Perspectivas

O ano começou muito bem. Fechamos o mês de janeiro com 23% de crescimento em relação ao ano de 2019. Nossa expectativa é que 2020 cresça dois dígitos até o final do ano. Vamos trabalhar e criar muito para isso.

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20fev
Snoopy Pelo Mundo – Exposição na Coreia
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A exposição “To the Moon with Snoopy” pode ser encontrada no Museu de Arte Lotte em Seul, Coreia.

A Coréia é o mercado #3 na Ásia para a marca Peanuts, depois do Japão e da China.

Essa exposição foi inaugurada em Outubro de 2019 e encerra final de Março 2020. Foram 6 meses de exposição e ficou no topo em comparação com outras exposições em escala semelhantes em andamento no mesmo período na Coréia.

Em uma média diária, a contagem de visitantes foi de 870 visitas por dia até o momento, chegando a cerca de mais de 2.000 em um dia de fim de semana.

Fonte: Lotus Global Marketing

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20fev
Ação Foroni com Moranguinho
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A Lotus em parceria com a Foroni desenvolveram uma ação para divulgação e incentivo às vendas dos cadernos Moranguinho nas lojas Havan.

Foi desenvolvido um display exclusivo para ser exposto em 120 lojas da rede.

A Havan hoje possui 140 lojas em todo o Brasil e está em constante expansão.

Ao total foram 260 displays distribuídos para serem expostos e incentivar as vendas do Volta às Aulas.

#LotusAquiTem #Moranguinho #Ação #VoltaAsAulas

Fonte: Lotus Global Marketing

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20fev
Baby Shark no Shopping ABC
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A Lotus apresenta mais uma atração de Baby Shark para divertir as crianças no Shopping ABC.

Até o dia 08/03 haverá um espaço temático com circuito de brincadeiras do personagem mais querido da atualidade. O evento é gratuito e está aberto para visitação de domingo a sexta das 12h às 19h30 e aos sábados das 10h às 21h30.

Crianças de 03 a 12 anos podem se divertir à vontade e o tempo de permanência de cada uma é de 25 minutos, mas é obrigatório a presença de um responsável maior de 18 anos. As vagas diárias são limitadas. O cadastramento/agendamento pode ser feito no site ou no local do evento. Saiba mais: http://www.shoppingabc.com.br/

#LotusAquiTem #BabyShark #Diversao

Fonte: Lotus Global Marketing

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