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24mar
Podemos alcancar os Estados Unidos diz Rossetti sobre Licenciamentos
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Os Vingadores, Toy Stoy, O Rei Leão, Star Wars são alguns dos filmes que além de seu sucesso em bilheteria, conta com mais lucro fora das salas dos cinemas. O mundo geek está se tornando um enorme mercado econômico, por ano chega a movimentar mais de R$138 bilhões, e se você acha pouco, espere um pouco mais, e veja a ascensão desse ramo – é esperado um crescimento de 8 a 10%, somente em 2020.

Para que o mercado funcione, é claro que precisamos de super lançamentos, que façam a euforia do público. Produções como as da Disney e Marvel, causam um impacto imenso na sociedade, os faturamentos se tornam exorbitantes, as multidões, se tornam algo normal para qualquer estreia. Poém, o mercado geek não vive só de produções de cinema, e a partir daí, começa a entrar outro ramo em toda essa conversa. Os licenciamentos.

As roupas, coleções, brinquedos, decorações, enfim, são diversas ideias que englobam os produtos licenciados, e que conversam com o universo geek. Para ter uma ideia, se o filme vai bem, as vendas vão bem, agora, se o filme não rende muito, a mesma coisa irá acontecer com os produtos.

Por isso, em entrevista exclusiva para o ADNEWS, Felipe Rossetti, sócio-fundador da Piticas, nos contou um pouco mais sobre esse cenário. “Somente oferecer um produto ou serviço determinado não é mais um diferencial, algumas estratégias são determinantes para criar um vínculo entre marca e consumidor. A Piticas, por exemplo, tem um público voltado para a cultura pop/geek, nosso DNA é geek, então fica mais fácil encontrar o tipo de linguagem para falar diretamente com o nosso consumidor.”

Hoje, ainda há uma discrepância entre os números dos outros países, em relação ao Brasil, o país está em 6° lugar no ranking mundial de licenciamentos de marcas, mas a tendência é caminharmos próximos de líderes. “Ainda caminhamos a passos lentos se compararmos com os números dos Estados Unidos, mas acredito muito que podemos alcançar, já que vem acontecendo uma mudança gradativa e com mais força no comportamento desse consumidor”, comenta Felipe. A realidade ainda é que, enquanto o Brasil fatura cerca de R$18 milhões por ano, segundo a ABRAL (Associação Brasileira de Licenciamento), os Estados Unidos chega aos U$ 150 bilhões.

Além de filmes e séries, um ramo que também vem ajudando o Brasil a construir grandes números no mercado, são os games. Já são mais de 45 milhões de players que ocupam a 4° posição no ranking mundial, segundo o BNDES. E o que isso significa? Significa que os jogadores são uma grande força, já que consomem produtos de seus interesses à vera.

Não demorou muito para o mercado entender que o Brasil tem muita capacidade e demanda para se destacar com o trabalho com as marcas. “Primeiramente, você precisa entender o público a fundo, não adianta falar de A se o mercado está falando de B. Existem diversos estudos focados em entender o perfil do público da marca e entender de que forma a linguagem para conversar com ele deve fluir.”, conclui Rossetti. Estamos em uma mudança de dentro para fora, antes o que não era nem aceito pelas licenciadoras, e não chegava ao público, já está se tornando uma grande aposta para o país.

Fonte: Adnews

 

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24mar
Grandes marcas se mobilizam para ajudar PMEs
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Facebook, iFood, McDonald’s e Zé Delivery se mobilizam para incentivar e destinar dinheiro para pequenos e médios empreendimentos

Diante do cenário de pandemia global e imposições governamentais para que comerciantes fechem suas lojas, bares e restaurantes para evitar aglomerações, os pequenos e médios empreendimentos estão na linha de risco do abalo econômico que o novo coronavírus trará. Ante a isso, o governo federal decidiu suspender os impostos do Simples Nacional e anunciou que considera adiar o pagamento do FGTS por três meses para PMEs. Grandes bancos comunicaram que estão dispostos a prorrogar o pagamento de dívidas de pessoas físicas e pequenas e médias empresas em até dois meses. Para além dessas duas instâncias, grandes empresas também estão se mobilizando para auxiliar as PMEs seja em doações, cursos ou incentivos.

Esta semana, começou a circular nas redes sociais — por empresários e consumidores — um texto pedindo apoio a empreendimentos locais em meio aos riscos da pandemia com a hashtag #compredopequenonegócio (Crédito: Reprodução)

Na linha do incentivo, o Zé Delivery, aplicativo de entrega de bebidas, que já trabalha em parceria com micro e pequenos empreendimentos, anunciou que incrementará a base de fornecedores de bairro para atender a vizinhança e locais próximos, evitando que esses percam sua sustentabilidade financeira. Para isso, a empresa está mobilizando equipes da plataforma para treinar os estabelecimentos da forma mais rápida possível e remotamente. Além disso, o Zé Delivery aumentou em 50% o valor pago aos entregadores e parceiros. Diz o app que também está em diálogo com o poder público e demais empresas para levar soluções que minimizem o impacto do momento atual.

“Muitos bares estavam prevendo ficar sem nenhuma fonte de renda. Por isso, decidimos criar um programa emergencial para treiná-los e incluí-los em nossa base. Com essas atitudes voltadas à responsabilidade social, é possível alcançar a redução de demissões e manutenção das famílias que sustentam esses micros e pequenos negócios que nós estamos adicionando à base. O que estamos fazendo agora é mostrando que não apenas os nossos atuais parceiros são importantes pra gente, mas também que queremos ajudar outras famílias que possuem micronegócios e que, durante esta crise, podem encontrar uma fonte de renda fazendo delivery de seus produtos”, explica Claudio Azevêdo, head de growth e marketing do Zé Delivery.

O McDonald’s decidiu apoiar os empreendimentos disponibilizando aulas de segurança alimentar, higiene e desenvolvimento sustentável online e gratuita para profissionais de PMEs (donos e empregados) que atuam no setor de alimentação. As aulas seguem as diretrizes adotadas pela rede de fast-food. As aulas têm vagas limitadas e as inscrições, início nesta segunda-feira, 23.

“Nossa empresa tem como uma das suas principais responsabilidades usar sua escala para fazer o bem. E, nesse cenário tão desafiador, pensamos em como poderíamos ajudar outras empresas do setor a passar por esse momento. Vimos a grande oportunidade de compartilhar temas que são prioridades em nosso negócio e que podem contribuir muito com pequeno e micro empreendedores nesse momento em que a atenção com a segurança alimentar e higiene foi redobrada. Vamos continuar focando nossos esforços na busca por soluções relevantes e seguiremos acompanhando de perto o dia a dia dos nossos consumidores, colaboradores e setor para contribuir ainda mais”, afirma Rozália Del Gaudio, diretora de comunicação corporativa da divisão brasileira da Arcos Dorados, franqueadora do McDonald’s.

No mesmo segmento, o da alimentação, o iFood anunciou que irá destinar uma quantia de R$ 50 milhões de sua receita para um fundo de assistência a restaurantes focado nos pequenos estabelecimentos locais e antecipará os recebimentos deles sem custo adicional. A expectativa do delivery, com tais iniciativas e outras propostas como uma nova forma de entrega sem contato com o entregador, é injetar até R$600 milhões no mercado brasileiro.

O Facebook também fez uma doação no valor de US$ 100 milhões em dinheiro e créditos de anúncios para 30 mil pequenas empresas em cerca 30 países onde a empresa opera. Além disso, a plataforma lançou uma central online de ferramentas e informações para micro e pequenos empresários denominada Business Resource Hub, ou Central de Recursos para Empresas. Dentre as ferramentas disponibilizadas no hub estão recomendações para os empreendimentos se conectarem aos seus clientes usando o Facebook e Instagram. Da mesma forma, o Google disponibilizou recomendações para PMEs se comunicarem com clientes, com funcionários, mudar campanhas, e dicas e ferramentas para trabalho remoto.

“Os micro e pequenos negócios são vitais para as economias em todo o mundo e sabemos que, com as restrições de mobilidade impostas para conter a disseminação do coronavírus, eles serão amplamente afetados. Queremos contribuir para que os pequenos negócios tenham recursos para enfrentar o cenário atual. Continuamos avaliando como podemos apoiar as empresas e as comunidades globais durante esse momento, e vamos comunicar sempre que tivermos alguma novidade”, assegura Conrado Leister, country manager do Facebook no Brasil.

“No meu ponto de vista, o papel das grandes empresas diante desse cenário é o de atuar com a responsabilidade social, ajudando a circular mensagens de educação e conscientização sobre o momento que estamos vivendo e, por fim, buscando colaborar para aliviar a situação que estamos vivendo agora. É importante que as marcas entendam que elas possuem um papel importante na construção de melhores cenários para a sociedade brasileira”, argumenta Azevêdo, do Zé Delivery.

**Crédito da imagem no topo: Rawpixel/Pixabay

Fonte: Meio & Mensagem

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24mar
COI nega cancelamento, mas indica adiamento
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Membro da entidade, canadense Dick Pound disse ao jornal americano USA Today que o comitê olímpico já decidiu que Tóquio 2020 será adiada

23 de março de 2020 – 12h03

Cerimônia na base aérea de Matsushima foi restrita devido à Covid-19 (crédito: reprodução)

Atualizada às 15h23

O Comitê Olímpico Internacional (COI) estabeleceu um prazo de quatro semanas para definir pelo adiamento ou pela realização dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. A decisão foi tomada durante reunião do conselho executivo da entidade realizada no domingo, 22, e representou uma mudança de posicionamento do órgão e do seu presidente, Thomas Bach, que ao longo da evolução da pandemia de Covid-19 rechaçaram qualquer possibilidade de alterar as datas do evento. Membro do COI, o canadense Dick Pound foi além e disse ao jornal americano USA Today, nesta segunda-feira, 23, que o comitê olímpico já decidiu que Tóquio 2020 será adiada.

“Por um lado, há melhorias significativas no Japão, onde as pessoas estão recebendo calorosamente a chama olímpica. Isso poderia fortalecer a confiança do COI nos anfitriões japoneses de que poderia, com certas restrições de segurança, organizar os Jogos Olímpicos no país, respeitando o princípio de salvaguardar a saúde de todos os envolvidos. Por outro lado, há um aumento dramático de casos e novos surtos de Covid-19 em diferentes países e continentes. Isso levou o conselho executivo à conclusão de que o COI precisa dar o próximo passo em seu planejamento de cenários”, afirma trecho do comunicado.

Ainda de acordo com o COI, “vários locais críticos necessários para a realização dos Jogos podem não estar mais disponíveis”. “As situações com milhões de noites reservadas nos hotéis são extremamente difíceis de lidar, e o calendário esportivo internacional para pelo menos 33 esportes olímpicos teria que ser adaptado. Estes são apenas alguns dos muitos, muitos mais desafios”, diz outro trecho. O documento ressalta a necessidade da cooperação do Comitê Organizador de Tóquio 2020 e das autoridades japonesas, das federações internacionais e comitês olímpicos nacionais, dos detentores de direitos de transmissão e dos patrocinadores para a solução da questão.

“À medida que outros eventos são adiados, a pressão é cada vez maior por um posicionamento do COI e do Japão. Mexer com data é complexo. Não dá para jogar seis meses para frente porque é inverno no Japão. A melhor chance é no meio de 2021, mas todo investimento feito aguardaria mais um ano para chegar. Se o evento não fosse tão complexo e grandioso em termos de logística e estrutura, a decisão já teria sido tomada”, analisa Eduardo Muniz, professora e especialista em marketing esportivo.

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 23, o presidente do Comitê Tóquio 2020, Yoshiro Mori, e o CEO do órgão, Toshiro Muto, demonstraram estar alinhados ao COI. O cancelamento do evento segue fora de cogitação, mas a mudança na data da competição está na mesa. “Primeiro de tudo, sobre cancelamento, nunca consideramos. É inimaginável. O adiamento não é o primeiro caminho de ação, mas não podemos não considerar”, disse Mori. “Trabalhamos por seis anos para essas Olimpíadas começarem em 24 de julho, esse trabalho terá que ser refeito. Fizemos muitos contratos que já estão prontos, e revisar esses contratos não é uma tarefa fácil”, ressaltou Muto.

A pressão de atletas e associações esportivas tem crescido desde a última semana. Depois do Comitê Olímpico Espanhol, na semana passada, sugerir o adiamento, neste final de semana os comitês olímpicos de Austrália e Canadá confirmaram a desistência de participar da competição. Já o Comitê Olímpico do Brasil (COB) defendeu a transferência dos Jogos Olímpicos de Tóquio para 2021, em comunicado oficial publicado no sábado, 21.

“Como judoca e ex-técnico da modalidade, aprendi que o sonho de todo atleta é disputar os Jogos Olímpicos em suas melhores condições. Está claro que, neste momento, manter os Jogos para este ano impedirá que este sonho seja realizado em sua plenitude”, diz o presidente do COB, Paulo Wanderley, que comandou a seleção brasileira em Barcelona 1992, em trecho do comunicado.

Ação das marcas
Oficialmente, o planejamento dos patrocinadores dos Jogos Olímpicos segue sem alteração. Procurados pela reportagem, Airbnb, Intel, Omega e Samsung afirmaram que não comentariam o assunto. Vice-presidente global de patrocínios da Coca-Cola, Ricardo Fort disse, via assessoria de imprensa, que confia na decisão das entidades envolvidas e que nesse momento não há muito o que falar.

Já a Visa, parceira global dos movimentos Olímpicos e Paralímpicos, informou estar “monitorando a situação do coronavírus de perto, seguindo as orientações da Organização Mundial de Saúde, autoridades governamentais e outros especialistas e stakeholders incluindo o Comitê Olímpico Internacional, o Comitê Paralímpico Internacional e o Comitê de Organização Tóquio 2020. Temos plena confiança de que os órgãos organizadores relevantes tomarão as medidas necessárias para gerenciar efetivamente a situação”.

Parceira oficial de Tecnologia da Informação do COI desde 1992, a Atos também disse estar “acompanhado de perto a situação do Covid-19 pelo mundo e trabalhando para que todos os clientes e parceiros possam continuar contando conosco, sempre colocando o bem-estar das pessoas em primeiro lugar”. Já a Panasonic disse que “continuará trabalhando em colaboração com o COI e o Comitê Organizador de Tóquio dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e monitorando a situação de perto”. Alibaba, Bridgestone, Dow, GE, P&G e Toyota não responderam até a publicação desta matéria.

“É muito complicado também para os patrocinadores. Há divisões. Alguns preocupados com investimento, o que acontecerá com as não entregas, e outros com o ônus de imagem se a Olimpíada for realizada e ocorrer um desastre pela pandemia. Quem está dentro, endossa. É briga entre resultado financeiro e de imagem”, opina Eduardo Muniz.

Fonte: Meio & Mensagem

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23mar
Novos Livros de O Show da Luna com a Ciranda Cultural!
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Para ajudar no entretenimento das crianças nesse momento de resguardo necessário a editora de livros infantis, junto com O Show da Luna!, série de sucesso da Pinguim Content, lançam dois divertidos livros de atividades:

No primeiro, “O Show da Luna! – Desenhos e Descobertas”, Luna, o Júpiter e o Cláudio vivem as experiências mais incríveis e fazem constantes perguntas. As crianças se divertem seguindo as dicas ilustradas do livro e criando o seu próprio faz de conta!

E no segundo, “O Show da Luna! – Procurar e encontrar”, a cada brincadeira, Luna, Júpiter e Cláudio encontram algo novo para investigar e descobrir. A criançada pode se juntar ao trio para procurar muitos elementos neste livro e se divertir!

clique aqui para comprar sem sair de casa: https://www.cirandacultural.com.br/vitrine/person gens-show-da-luna

Fonte: TV Pinguim

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23mar
O Mandaloriano e Bebê Yoda ganham colecionável espetacular da Hot Toys
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The Mandalorian caiu nas graças dos fãs de Star Wars por sua qualidade técnica e história instigante, mas o que transformou a série em um sucesso ainda maior que o esperado foi o “bebê Yoda”, o pequeno exemplar da raça do lendário mestre Jedi que serviu como força principal para toda a trama da primeira temporada.

Fofo e cercado de mistérios, o personagem, que está sendo chamado pela Disney de “A Criança”, se transformou rapidamente em um meme e caiu nas graças da internet. Anteriormente, a Hot Toys já havia feito um colecionável do Bebê Yoda, contudo, ele era baseado apenas na aparição dele no primeiro episódio. O mais novo, contudo, foi feito após todas as cenas dele na primeira temporada terem sido analisadas.

Confira o resultado:

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23mar
‘O Mandaloriano’: Nave do protagonista ganha versão em LEGO
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A série original do Disney+, ‘O Mandaloriano‘, ganhou uma um set de LEGO. Dessa vez, o conjunto traz a nave do personagem homônimo e alguns acessórios adicionais.

O brinquedo já está à venda na loja da Amazon, pot US$ 129.

Confira:

Lembrando que ‘O Mandaloriano’ já está em exibição na Disney+.

Confira o trailer:

 

Fonte: Cinepop

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23mar
“Sim, Nós Jogamos”, mostra a trajetória das mulheres no universo gamer
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Não podíamos deixar de falar da presença das mulheres nos games, e por isso, no mês em que comemoramos o Dia Internacional da Mulher resolvemos falar sobre o “Sim, Nós Jogamos” documentário produzido pela Versus, que mostra um pouco mais sobre a vida de algumas personagens femininas influentes no mundo atual dos games.

A produção do site de e-Sports da Webedia Brasil, quer mostrar que o papel do público feminino sempre esteve muito presente, e ainda sim as mulheres sofrem muito preconceito tanto de jogadores, quanto dos fãs. A ideia é fazer com que as personagens convidadas: Marina Leite, CEO da PRG e-Sports; Danielle “Chema” Andrade, pro-player de Rainbow Six Siege; Melany Lo Lee, Youtuber e Streamer brasileira; Eliana Dib, que atua como produtora de jogos; e a Victoria Moreira, atualmente, editora de vídeos, contem um pouco mais de suas trajetórias, do início até os dias de hoje.

A apresentadora Carol Costa, jornalista e editora-assistente do IGN Brasil, também fará parte deste incrível elenco de mulheres que estão presentes em diversos pilares da indústria nacional dos games.  “Sempre existiram mulheres nos games. Mas quanto mais exemplos de jornalistas, jogadoras, streamers e profissionais em um geral na área de games, maior o incentivo para que outras mulheres possam se posicionar neste cenário”, afirma Carol.

Segundo a Pesquisa Game Brasil 2019, as mulheres faziam parte de um pouco mais que 58% de players em games casuais, já no âmbito dos games hardcores, o número chega quase na metade dos players em geral, são mais de 41% de mulheres na área.

Barbara Gutierrez, chefe de redação do IGN Brasil e Versus, endossa essa percepção: “Se observarmos o mercado de esports e games, a presença de mulheres em ligas competitivas e cargos altos em empresas do ramo é cada vez mais comum. Nós estamos nesta área para construir um ambiente plural, educando as pessoas de que nossa presença é natural e essencial. Essa é a realidade de igualdade que queremos buscar com essa produção”.

“Sim, Nós Jogamos” tem a duração de 17 minutos, e ao longo do filme será possível ver as entrevistas feitas que mostram o que todas as convidadas passaram, com o machismo tendencioso ainda presente na indústria. O documentário estreou no dia 12 de março de 2020, e é possível assistir por todos os canais da Versus no YouTube, Facebook e na Twitch.

Fonte: Adnews
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23mar
Baiana com Síndrome de Down é homenageada pela Turma da Mônica
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A baiana Cailana Eduarda Bauer Lemos, 25 anos, conhecida como Cacai Bauer e considerada a primeira influenciadora digital com síndrome de Down no Brasil, foi homenageada pela Turma da Mônica. O escritor Maurício de Sousa, criador da história em quadrinhos, transformou a soteropolitana em “Donas da Rua”.

A homenagem ocorre pela passagem da data 21 de março, quando se comemora o Dia Internacional Síndrome de Down. Em conversa com o Portal A TARDE, a influenciadora digital afirmou que se sentiu honrada pelo reconhecimento do escritor.

“Me sinto muito honrada e feliz por ser homenageada por esse ícone das histórias em quadrinhos, Maurício de Sousa. Agora, eu faço parte das novas ‘Donas da Rua'”, disse Cacai.

Cacai criou o canal no Youtube e estreou com o video “Meu diário, não”, e atualmente tem 275 mil seguidores, produz diversos conteúdos de moda e beleza. Além disso, Cacai é ativista da causa PCD (sigla para Pessoa com Deficiência) e inspira o Brasil e o mundo que pessoas com deficiências através de seus talentos podem conquistar o que quiserem.

“Essa homenagem só mostra que as pessoas com síndrome de Down só precisam de oportunidades pra mostrarem seus dons e seus talentos”, afirmaram os pais de Cacai à reportagem.

Fonte: A Tarde.uol

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23mar
Com pandemia do coronavírus, cresce audiência de jornalísticos e infantis
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A Kantar está trabalhando em uma série de análises da evolução da pandemia do coronavírus e seus impactos no Brasil e no mundo. Nesta sexta-feira, 20 de março, a empresa divulgou suas primeiras avaliações em relação ao consumo de vídeo – entre os principais insights, está a percepção de que a audiência vem aumentando a cada dia, com destaque para o aumento do consumo de jovens e crianças, e o incremento no consumo de conteúdos noticiosos.

Segundo identificado pela Kantar Ibope Media, mudanças nos hábitos e grades de programação resultaram em um aumento de 17% na audiência dos jornalísticos ao vivo e de 14% nos conteúdos infantis. Além disso, crianças e jovens estão vendo mais TV: entre o último sábado, 14, e a última terça, 17, a parcela de audiência correspondente às crianças entre quatro a 11 anos foi de nove para 21%; de 12 a 17 anos, de seis para 24%; e de 18 a 24 anos, de três para 10%.

De modo geral, a audiência da televisão no país segue crescendo. Na primeira semana do ano, os sábados registravam cerca de 16,4 milhões de pessoas vendo TV; enquanto no último sábado, 14, o número subiu para 16,8. Aos domingos, a mudança foi de 17,6 para 18,3 milhões; às segundas, de 17,7 para 18,7 milhões; e, às terças, de 17,4 para 19,6 milhões. Todos os dados comparam os mesmos dias da semana entre o início do ano e os últimos dias. O estudo afirma que o aumento de audiência tem acontecido em todos os países da América Latina de forma semelhante.

Uma vez que a recomendação geral é para que as pessoas permaneçam dentro de suas casas, é natural o aumento do consumo de vídeo em todos os seus formatos. A tendência é, ainda, que os índices continuem crescendo conforme medidas de restrições mais duras em relação à circulação de pessoas sejam tomadas.

Por fim, a pesquisa aponta ainda que nos últimos dez dias, as conversas no Twitter sobre o assunto representaram 72% de tudo o que foi falado sobre Covid-19 no ano no Brasil.

Fonte: Tela Viva

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23mar
Brasileiros adotam mudanças de hábitos e de consumo
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Pesquisa encomendada pela agência Leo Burnett à MindMiners traz um retrato de como as pessoas estão encarando o momento de pandemia

Com o objetivo de entender as mudanças de hábitos e de consumo da população nos últimos dias por conta do coronavírus, a agência Leo Burnett encomendou um estudo à MindMiners. A pesquisa, realizada entre os dias 13 e 16 de março e que ouviu a opinião de 500 pessoas, apresenta um retrato de como as pessoas estão encarando este momento de pandemia.

“A Leo Burnett acredita que sua entrega vai além de propaganda, vendas e marcas, sobretudo para levar uma comunicação sem perder de vista o fundamental: o que é importante para as pessoas. Por isso, neste momento, queremos entender o nível de conhecimento, de preocupação e as ações individuais que estão sendo tomadas pelas pessoas sobre a COVID-19 para que possamos atuar de forma mais eficiente na difusão de conhecimento e mensagens”, comenta Tiago Lara, vice-presidente de data & estratégia da Leo Burnett.

Dentro da base de entrevistados, a preocupação sobre o impacto na economia no Brasil e no mundo aparece, com 52%, como a principal preocupação. Na sequência, vem o temor de que amigos e familiares contraiam a doença (48%), seguido pela possibilidade de falta de produtos nos supermercados (45%).

Porém, os dados também apontam que na prática parte considerável dos entrevistados ainda não adotou as medidas indicadas para conter o surto do vírus por aqui. Analisando a abrangência nacional da pesquisa e suas diferenças regionais, o fato é que 48% dos entrevistados revelaram que ainda não estão evitando: sair para restaurantes/bares/baladas; utilizar transportes públicos; ir a eventos de trabalho ou estudo, reuniões com amigos e familiares e eventos musicais/artísticos.

Esse resultado – a tomada de nenhuma medida preventiva – apresenta uma variação considerável quando comparamos os 43,3% da classe AB com os 55% dos respondentes pertencentes à classe CDE.

Informação

O entendimento sobre a epidemia é fundamental no combate a sua disseminação. Diante desse cenário, 82% dos entrevistados buscam notícias pelo menos uma vez ao dia, e 53% revelam ter aumentado consideravelmente a frequência do seu consumo por informação.

Além da TV aberta (76%), que possui grande penetração nos lares brasileiros, os sites de notícias (77%) e as redes sociais (64%) estão desempenhando um papel central na disseminação de informações sobre a COVID-19. Contudo, as redes sociais ainda são vistas como canais pouco confiáveis para informações tão importantes quanto essas.

Consumo

A pesquisa ainda revela que depois de saber sobre o aumento do número de casos de contaminação, os entrevistados afirmaram que passaram a tomar atitudes, como lavar as mãos, com mais frequência (68%), usar álcool em gel (63%), ficar mais tempo em casa (44%) e limpar assento/privada (15%), atitudes que estão começando a ter impacto na decisão de compra. Produtos de higiene pessoal (30%), produtos de limpeza para a casa (21%) e medicamentos (14%) lideram o ranking de categorias que, segundo os consumidores, induziram a mudanças em seus hábitos de consumo.

Como resultado, os produtos de higiene básica foram os primeiros a acabar nas prateleiras dos supermercados. Segundo os entrevistados, houve uma corrida por álcool em gel (83%), sabonetes líquidos (56%) e desinfetantes (45%). O papel higiênico, que mobilizou toda a Ásia e Europa, também começa a ficar escasso por aqui (38%).

A pesquisa já aponta também um aumento do consumo de produtos não perecíveis entre as pessoas com mais de 36 anos de idade (45,8%) contra 24% entre aqueles com faixa etária menor.

Ainda de acordo com as respostas dos entrevistados, vão sobrar nas prateleiras (em função de uma visível intenção de diminuição de compras) bebidas importadas (57%), alimentos importados (49%) e bebidas alcoólicas (45%). Um reflexo claro da alta do dólar desde que a epidemia começou a se alastrar e que tem interferido drasticamente no mercado financeiro.

Futuro

O Brasil ainda está diante do início daquilo que será uma longa maratona. Não surpreende que, para 75,1% dos entrevistados, as perspectivas para a próxima semana são de aumento da contaminação pelo coronavírus. Entre a base total de entrevistados, 41% já adiantaram que pretendem comprar mais alimentos e bebidas, e 27%, cancelar viagens.

Outra mudança é que as compras pela internet entre os entrevistados já cresceram 14%. Quando questionados sobre a próxima semana, esse número sobe para 24%, assim como usar mais serviços de delivery aumenta 19%. Sem dúvida, e-commerces e serviços de delivery têm diante de si uma grande oportunidade se souberem, antes de tudo, adotar as medidas necessárias para cuidar de seus colaboradores e de seus clientes.

Fonte: Propmark

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