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16jan
Capricho, Obvious Agency e Redibra se juntam em campanha de volta às aulas
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A Campanha de volta às aulas de 2020 da Capricho leva como inspiração a importância da saúde mental na escola.

Todo ano, milhares de adolescentes brasileiras voltam ao colégio depois das férias. Qual vai ser a minha sala? Como vai ser reencontrar minhas amigas? Vai rolar algum ou alguma crush nova?

É um dos momentos mais importantes do ano e vem cheio de expectativas.

E é exatamente sobre isso que CAPRICHO, junto com a Obvious Agency e Redibra, quer falar em 2020.

Como lidar com essas expectativas? “Para algumas garotas, o momento de volta às aulas é uma festa, mas, para outras tantas, pode ser uma tortura”, explica o diretor de redação da marca, Thiago Theodoro.

Por isso, de forma bem-humorada e com foco na saúde mental das adolescentes, a campanha traz peças divertidas, que brincam com a realidade da menina e trazem leveza para esse período tão importante. “Essa é uma campanha que fazemos todos os anos para alavancar a venda dos produtos licenciados.

Este ano estamos trazendo como pauta a saúde mental da adolescente”, explica Caroline Cerqueira, marketing da marca. A linha escolar da CAPRICHO é uma das mais famosas do Brasil e está junto com a adolescente brasileira há mais de 22 anos. São diversos cadernos, mochilas, planners, produtos de linha escrita, entre outros produtos escolares.

 

Sobre CAPRICHO

 A marca Capricho exibe um desempenho notável em relevância e influência nos canais digitais. Seu site é considerado o principal da América Latina no critério “Conteúdo Teen”, com 6,8 milhões de usuários e 15 milhões de visualizações. Nas redes sociais, são mais de 15 milhões de seguidores e mais de 1,5 milhão de inscritos no YouTube e vende 11 milhões de produtos licenciados todo ano.

 

Sobre REDIBRA

Agência de licenciamento e extensão de marcas, com mais de 55 anos de história, trabalha um seleto portfólio de marcas como: Coca-Cola, Nintendo, Capricho, Galinha Pintadinha, Ursinhos Carinhosos e Chevrolet.

A Redibra é conhecida por seu planejamento estratégico para a gestão das marcas e total suporte aos parceiros.

Fonte: Redibra

 

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16jan
Star Wars: A Ascensão Skywalker faz US$ 1 bilhão nas bilheterias
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Apesar da marca, recepção dividida do público deve impedir Episódio IX de alcançar cifras de O Despertar da Força e Os Últimos Jedi

Lucasfilm/Disney/Divulgação

Star Wars: A Ascensão Skywalker, o Episódio IX da franquia galáctica, passou, nesta terça (14/01/2020), de US$ 1 bilhão na bilheteria mundial. Apesar da marca importante e, diga-se, já esperada pela Lucasfilm/Disney, o desempenho do filme de J.J. Abrams é inferior ao dos outros dois capítulos principais da saga estelar, Os Últimos Jedi (2017) e O Despertar da Força (2015).

Ambos os filmes terminaram suas passagens pelo cinema arrecadando US$ 2,068 bilhões e US$ 1,33 bilhão, respectivamente. A Ascensão Skywalker levou 28 dias para alcançar a cifra bilionária, enquanto Despertar e Jedi precisaram de apenas 12 e 19 dias.

A Ascensão Skywalker deve superar, em breve, a bilheteria de Rogue One: Uma História Star Wars (2016), que amealhou US$ 1,056 bilhão. Mas dificilmente conseguirá bater os números de Os Últimos Jedi. A pior arrecadação da franquia pertence a Han Solo: Uma História Star Wars (2018), com US$ 393 milhões.

Fonte: Metropole

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16jan
Empresa de eletrodomésticos Mallory cria linha inspirada em Star Wars
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A marca de eletrodomésticos Mallory vai lançar, a partir deste mês, uma linha de equipamentos domésticos inspiradas no universo de Star Wars, criada em parceria com a Disney, que detém os direitos da franquia.

A linha vai terá pipoqueira (R$ 139,99), sanduicheira (R$ 99,99), cafeteira (R$ 109,99) e ventilador (R$ 259,99).

Essa é a segunda vez que a empresa lança uma coleção em parceria com a Disney: no ano passado, a Mallory lançou uma linha inspirada no Mickey Mouse.”A experiência com as crianças que acompanham o universo da Disney foi tão positiva que enxergamos muito potencial em também privilegiar os adultos que acompanham com fervor a saga do Star Wars. Estamos muito felizes em sair na frente mais uma vez e em 2020 vamos ampliar essa linha para novos produtos temáticos”, afirma a CEO da Mallory, Annette de Castro.

Fonte: Uol

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16jan
Pokémon é tema do McLanche Feliz em Janeiro de 2020
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Depois de apostar em Star Wars, agora é hora de vermos mais uma vez os personagens de Pokémon invadindo os brindes do McLanche Feliz em janeiro de 2020.

Nos últimos anos, o McDonald’s lançou uma coleção diferente do McLanche Feliz inspirada em Pokémon todo dezembro. E desde o anúncio da parceria com a Disney e o lançamento da coleção inspirada em Star Wars no mês passado, nós acreditamos que não veríamos uma nova coleção de Pokémon tão cedo. Mas estávamos errados.

Isso porque a rede está trazendo mais uma coleção inspirada nos monstrinhos de bolso como brinde de seu combo voltado para o público infantil. No total são 10 lançadores diferentes no formato de pokébola com um clipe para que o público possa prender no cinto como se fosse um legítimo caçador Pokémon. A informação foi obtida com exclusividade pelo Geek Publicitário.

Leia também:  Adidas inicia o ano com coleção inspirada em Pokémon

Mankey, Gastly, Eevee, Alolan Exeggutor, Alolan Sandshrew, Lapras, Pikachu, Onix, Magmar, Caterpie são os personagens que estamparão os lançadores. Veja:

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Qual é o superpoder dos heróis no cinema?
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Profissionais de produção analisam as razões que fazem com que os filmes desse universo fantástico dominem as bilheterias do Brasil e do mundo

Bárbara Sacchitiello
16 de janeiro de 2020 – 6h01

Vingadores – Ultimato foi o filme mais assistido nos cinemas do Brasil em 2019 (Crédito: Divulgação)

Nos últimos dois anos, o topo da lista dos filmes mais assistidos nos cinemas no Brasil teve os mesmos personagens. Enquanto Vingadores – Guerra Infinita, levou mais de 14,5 milhões de brasileiros às salas de cinema em 2018, no ano passado foi a vez de outro filme da franquia, Vingadores – Ultimato, ocupar o primeiro lugar do ranking, com uma bilheteria de 19,2 milhões de ingressos vendidos.

Não é apenas no topo da lista que a predileção do público pelos super-heróis pode ser atestada. Das dez produções campeãs de bilheterias no Brasil no ano passado, quatro fazem parte do universo desses personagens: Coringa, Capitã Marvel e Homem Aranha: Longe de Casa também figuram entre as produções que mais levaram os brasileiros ao cinema. Releituras e continuidades de filmes já conhecidos (como O Rei Leão, Malévola: A Dona do Mal, Toy Story 4, Alladin e WiFi Ralph) complementam a lista. A única produção nacional do ranking é a segunda parte do longa Nada a Perder, que conta a trajetória do empresário Edir Macedo. A primeira parte da cinebiografia também havia sido o filme nacional mais visto nos cinemas do Pais no ano anterior.

A grande presença dos heróis nos ranking de bilheterias não é um fenômeno exclusivo de Brasil e está longe de ter um inimigo à altura, na visão de profissionais de produção ouvidos pela reportagem. Nostalgia, recuperação de memórias afetivas e até mesmo o contexto atual da sociedade são algumas das razões apontadas por eles para a grande proliferação de produções com heróis nos últimos anos – e seu consequente sucesso perante o público.

(Crédito: Warner Bros. Entertainment)

“Em um mundo caótico conduzido por governos ineptos e corporações gananciosas, o indivíduo comum se vê, diariamente, numa posição de extrema fragilidade, gerando uma identificação óbvia e imediata com o universo dos super-heróis. São milhões de adultos que se sentem confortáveis e estimulados consumindo as narrativas que lhes eram familiares na infância. Esse é um retrato pragmático, talvez simplista, mas bem realista das massas que lotam as salas dos cinemas e propagam essa cultura de forma tão agressiva”, opina Felipe Briso, CCO e diretor de filmes da produtora Big Bonsai.

A conexão emocional com um passado que traz boas lembranças também é a explicação de Paulinho Corcione, sócio e produtor da Lucha Libre, para o poder de sedução dos super-heróis. “Vivemos um momento em que o imediatismo é muito frequente. Além disso, conteúdos que remetem à infância do grande público, que sejam de consumo fácil ou atraiam memórias afetivas, ganham espaço e relevância em uma era em que tudo que é complexo fica mais segmentado”, diz. Por essa razão, explica Corcione, os heróis já conhecidos e de histórias que geram conexões imediatas saem na frente dos grandes roteiros.

A nova jornada dos heróis
Personagens dotados de poderes especiais que enfrentam perigosos vilões para salvar a humanidade  é uma história já bem conhecida. Filmes do gênero existem desde a década de 1960 em um movimento que transcende o cinema, como lembra Raphael Pamplona, diretor da dupla Los Pibes. A Disney foi uma das responsáveis, segundo ele, por colocar o universo dos filmes de heróis no atual patamar de sucesso por ter sido a pioneira na criação e expansão de um universo cinematográfico crível, que exige que o espectador tenha que acompanhar diversos filmes, com vários personagens, para ficar por dentro da história.

Um fator do qual o cinema atual está aproveitando – e que explica os bons resultados dos filmes de super-heróis – é a possibilidade de cruzar os gêneros. “O Capitão América, por exemplo, não é apenas um filme de herói, mas também um filme de espionagem e conspiração. Os Guardiões da Galáxia flertam com um si-fi ao melhor estilo Star Wars, usando de uma estética apocalíptica. O Homem-Formiga é um filme sobre família. Ao cruzar o gênero dos heróis com outros, é permitido que a fórmula se repita, mas que beba de outros códigos”, analisa Pamplona.

Inserção de questões sociais, como o feminismo no universo de Mulher Maravilha, desse continuar e crescer na próxima onda dos filmes do gênero (Crédito: Reprodução)

Um dos títulos que figura no ranking dos mais vistos de 2019 deve ser o responsável por abrir novos caminhos para as jornadas dos heróis na telona. Coringa, que deslocou os holofotes do herói para explorar o psicológico do vilão (e, inclusive, está na disputa pelo Oscar de Melhor Filme neste ano), abre possibilidades para novas explorações do gênero segundo Daniel Soro, sócio-diretor da produtora piloto. “Ainda há muito a se explorar nesse filão, inclusive a oportunidade de refazer várias franquias colocando mais forte s questões sociais. O grande contraponto veio com o filme do Coringa, que abriu muitas possibilidades para esse gênero”, afirma.

Raphael Pamplona, da Los Pibes, acredita que é o momento de o cinema destacar os anti-heróis. “Acredito que o formato atual já deu muito caldo e deve continuar em menor intensidade. Mas agora entraremos em um ciclo de vilões interessantes e mais humanizados”, aposta.

Saturação e desconstrução
De forma geral, os profissionais de produção ouvidos pela reportagem acreditam que o universo dos heróis ainda estará presente nos rankings das maiores bilheterias do Brasil e no mundo. Formas diferentes de retratá-los, no entanto, devem ganhar mais força nas telonas. “Acredito que o gênero se aproxima do momento de saturação. A desconstrução desse formato, na verdade, já é visível. Filmes como Pantera Negra, Mulher Maravilha e Coringa, três grandes sucessos recentes, apresentam uma tentativa clara de renovação, associando as narrativas clássicas de super-herói com temas relevantes da sociedade contemporânea, como racismo, feminismo e distribuição de renda, no intuito de dar fôlego aos já desgastados roteiros”, opina Felipe Briso, da Big Bonsai.

Já Corcione, da Lucha Libre, pondera que a questão financeira ainda confere às tradicionais produções de super-heróis fôlego para cativar plateias por mais um tempo. “Esse panorama até pode saturar em alguns anos, mas nos próximos vai se manter atraente e rentável para os produtores”, aposta.

O poder de atrair dinheiro, aliás, é visto pelos profissionais de produção como o grande dom atual dos heróis. “Levar o espectador ao cinema é um trabalho mais complexo. Para levar o público, principalmente os mais jovens, que cresceram cercados de uma oferta de filmes imensa, tem de se uma experiência mais intensa, tanto pessoalmente quanto coletivamente. Os filmes de heróis reúnem todas as características que atraem público hoje: imagens espetaculares, os atores mais famosos, uma intensidade enorme e o fato de criarem verdadeiras tribos de seguidores”, conclui Daniel Soro, da Piloto.

Fonte: Meio & Mensagem

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16jan
Greenpeace apresenta animação sobre os oceanos com vencedoras do Oscar
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Olivia Colman e Helen Mirren, atrizes ganhadoras do Oscar, Bella Ramsey, de GoT, David Harbour, de Stranger Things, e a brasileira Giovanna Lancellotti estrelam a animação.

O curta-metragem Jornada das Tartarugas mostra as ameaças os oceanos enfrentam e a importância de protegê-los.

O melhor do marketing social está aqui.

Leia também: Squid e Greenpeace promovem Desafio Universitário.

Olivia Colman dubla a tartaruga mãe, e afirma que ficou muito feliz em ter participado. “Estou emocionada por ter trabalhado nesse comovente filme com o Greenpeace e a Aardman.”

“Espero que isto seja uma inspiração para que mais pessoas possam tomar medidas para proteger nossos mares”. Completa, Colman.


Caso não consiga visualizar clique aqui.

A atriz Giovanna Lancellotti, embaixadora do Greenpeace Brasil, deu voz a estrela-do-mar.

“Eu me sinto cada vez melhor em fazer parte de movimentos que pensem no nosso futuro, no futuro dos animais e, principalmente, do nosso planeta.”

Fonte: Promoview

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15jan
Começam as filmagens de ‘Tuma da Mônica – Lições’
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Sequência do live-action traz mais personagens clássicos de Mauricio de Sousa

foto: Serendipity Inc
foto: Serendipity Inc

Após o sucesso de “Turma da Mônica – Laços”, que levou mais de 2 milhões de espectadores ao cinema, começaram as filmagens de “Turma da Mônica – Lições”, segundo longa live-action da franquia. Com direção de Daniel Rezende (“Bingo, o Rei das Manhãs”, “Ninguém Tá Olhando”), o filme será rodado até 11 de fevereiro, em Poços de Caldas, Minas Gerais.

Em “Turma da Mônica – Lições”, adaptação da graphic novel homônima, escrita e desenhada pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, os amigos Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali precisam, desta vez, encarar as consequências de um erro cometido na escola e os desafios da passagem da infância para a adolescência.  Para esta nova aventura, a turma ganha a companhia de mais personagens já conhecidos e queridos do universo clássico do Mauricio de Sousa. 

A produção é da Biônica Filmes, em coprodução com Mauricio de Sousa Produções, Paris Entretenimento, Paramount Pictures e Globo Filmes. A Paris Filmes e a Downtown Filmes assinam a distribuição.

“Preparem os lenços porque “Turma da Mônica – Lições” será um filme ainda mais lindo e emocionante que “Laços”. O sucesso do primeiro só demonstra que o brasileiro dá valor aos seus personagens e histórias. E é com muita alegria que elenco e equipe estão reunidos de novo para a sequência, que vai ter muitas surpresas e vários personagens novos. E podem esperar mais filmes do universo Mauricio de Sousa em breve porque não vamos parar por aqui”, revela o diretor Daniel Rezende.

“Filmaremos durante cinco semanas, em Poços de Caldas, o nosso bairro do Limoeiro. Conseguimos encontrar todas as locações do filme na cidade. Dessa vez, as filmagens concentram-se em duas escolas lindas e na Praça. Um privilégio acharmos tudo aqui e contarmos com muitas parcerias locais”, explica a produtora Bianca Villar, da Biônica Filmes. 

No elenco principal, os atores-mirins voltam a se reunir: Giulia Benite como Mônica, Kevin Vechiatto interpretando Cebolinha, Laura Rauseo no papel de Magali e Gabriel Moreira na pele de Cascão. Também seguem no elenco Monica Iozzi, como Dona Luísa, e Paulo Vilhena, vivendo Seu Cebola. 

“Se a emoção já foi grande com “Laços”, a expectativa só aumenta para “Lições”! Como todos os fãs da turminha, não vejo a hora de chegar dezembro de 2020!”, declara Mauricio de Sousa.

Sinopse:
Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão cometem um erro na escola. Agora, terão que encarar as suas consequências, e elas não serão poucas. Nesta nova jornada, a turma descobrirá o real valor e sentido da palavra amizade.

Elenco:
Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali), Gabriel Moreira (Cascão), Monica Iozzi (Dona Luísa), Paulo Vilhena (Seu Cebola), Fafá Rennó (Dona Cebola).

Ficha técnica
Produção: Biônica Filmes
Coprodução: Mauricio de Sousa Produções, Paris Entretenimento, Paramount Pictures e Globo Filmes.
Produção Associada: Quintal Digital, Latina Estúdio e Rosane Svartman
Distribuição: Paris Filmes e Downtown Filmes 
Direção: Daniel Rezende
Produção: Bianca Villar, Fernando Fraiha, Karen Castanho e Daniel Rezende
Baseado na Obra de Mauricio de Sousa Inspirado na Graphic Novel “Lições” de Vitor Cafaggi e Lu Cafaggi
Roteiro: Mariana Zatz e Thiago Dottori
Produção de Elenco: Luciano Baldan
Produção Executiva: Bianca Villar
Direção de Fotografia: Azul Serra
Direção de Arte: Mariana Falvo
Figurino: Fernanda Marques e Manuela Mello
Caracterização: Gabi Britzki
Som direto: Jorge Rezende

Fonte: Sopa Cultural

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15jan
Cinema: público aumenta no Brasil em 2019
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No ano passado, 172,2 milhões de ingressos foram vendidos (contra 160 milhões em 2018); Vingadores – Ultimato foi o campeão de bilheteria no País

14 de janeiro de 2020 – 13h45

Vingadores – Ultimato foi o filme mais visto nos cinemas brasileiros em 2019 (Crédito: Reprodução)

Os brasileiros frequentaram mais os cinemas em 2019 do que no ano anterior. Dados disponibilizados no Observatório do Cinema (OCA), da Agência Nacional de Cinema (Ancine), mostram que, no ano passado, 172,2 milhões de ingressos foram comercializados.

Esse total é 7,6% maior do que a bilheteria de 2018, que alcançou o número de 160 milhões de ingressos. Em termos de arrecadação, o desempenho do cinema no ano passado também foi superior ao período anterior. No total, a venda de ingressos de cinema em 2019 alcançou a marca de R$ 2,724 bilhões (contra R$ 2,426 bilhões de 2018), o que representa um crescimento de 13%.

De acordo com a Ancine, além do aumento do público, essa elevação na arrecadação também pode ser atribuída ao aumento do preço médio do ingresso, que subiu 5,5% no ano passado.

Desse total arrecadado com as vendas de ingressos, a grande fatia (86,8%) é proveniente dos filmes estrangeiros. O cinema brasileiro, inclusive, perdeu 1,22% do público na comparação com o ano de 2018 (diminuindo de 22,9 milhões de pessoas para 22,6 milhões de espectadores).

Os filmes mais assistidos
No ranking das dez produções mais vistas em 2019, disponibilizado pela Ancine, o único filme nacional (que ocupa a oitava posição) é Nada a Perder 2, a segunda parte da cinebiografia do empresário Edir Macedo. Embora o filme Minha Mãe é Uma Peça 3 tenha já conseguindo alcançar um alto número de bilheteria, por ter estreado perto do fim do ano, o longa conseguiu encerrar 2019 com pouco mais de 2,6 milhões de ingressos comercializados, o que o deixou de fora do ranking das dez maiores audiências do ano.

Vingadores – Ultimato foi o filme mais assistido pelos brasileiros nos cinemas, com um público de 19,218 milhões de pessoas. Na sequência aparecem O Rei Leão e Coringa. Veja, abaixo, o ranking dos dez filmes mais assistidos e sua respectiva bilheteria.

Vingadores – Ultimato – 19,218 milhões
O Rei Leão – 15,891 milhões
Coringa – 9,430 milhões
Capitã Marvel – 8,843 milhões
Toy Story 4 – 7,816 milhões
Homem Aranha – Longe de Casa – 6,432 milhões
Malévola: A Dona do Mal – 5,644 milhões
Nada a Perder 2 – 5,213 milhões
Alladin – 4, 732 milhões
Wifi Ralph – 4,319 milhões

Fonte: Meio & Mensagem

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15jan
Hair Love: produção indicada ao Oscar tem patrocínio da Dove
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Curta-metragem da Sony Pictures Animation conta a história de um pai que, pela primeira vez, arruma o cabelo de sua filha afro-americana

Por Ann-Christine Diaz, do AdAge 

Hair Love, produção patrocinada pela marca de produtos de higiene pessoal Dove, está entre os indicados ao Oscar deste ano à categoria Melhor Curta-metragem de Animação. O filme, produzido pela Sony Pictures Animation e que tem à frente o cineasta Matthew A. Cherry, conta a história de uma jovem afro-americana, a Zuri, que, após enfrentar dificuldades para arrumar o cabelo, recebe a ajuda de Stephen, seu pai. Prestes a admitirem a derrota na tarefa, um vídeo de uma artista de cabelos, encontrado pela criança, muda a trajetória da produção.

No curta-metragem, a Dove aparece como patrocinadora nos créditos. O filme reflete as diferentes representações autênticas que, nos últimos tempos, estão aparecendo com mais frequência nas mídias. Os profissionais de marketing, por exemplo, estão criando, cada vez mais, campanhas com mensagens responsáveis por quebrar estereótipos, como “Reinvent Mindsets”, da HP, que desconstrói a imagem de uma família constituída por um pai, uma mãe e filhos; e “The Talk” e “The Look”, da Procter & Gamble, que trazem à tona a realidade afro-americana.

“Com esse projeto, espero que possamos mostrar uma imagem positiva dos pais negros e de suas filhas, incentivando cabelos naturais e amor próprio em todo o mundo”, disse Cherry. Ao AdAge, o artista afirmou que Dove foi amplamente responsável pelo projeto. “No meio da campanha, a marca estendeu a mão. A Dove doou dinheiro para a produção, mas não tinha requisitos em relação à colocação do produto”, adicionou.

Confira a produção Hair Love:

Fonte: Meio & Mensagem

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15jan
Geração Z está disposta a pagar mais por produtos eco-friendly
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Sustentabilidade está se tornando um dos principais fatores de decisão de compra dos consumidores, de acordo com pesquisa da First Insight

*Do AdAge,
O grupo de consumidores com idade até 22 anos está mais disposto a pagar mais por marcas sustentáveis em comparação com outras faixas demográficas, de acordo com estudo da First Insight. O levantamento realizado pela empresa de pesquisa digital indicou que 73% dos entrevistados pagariam mais por produtos sustentáveis — a maioria está disposta a pagar um preço 10% superior.

“Com a geração Z em vias de se tornar a maior geração de consumidores neste ano, varejistas e marcas devem impulsionar as práticas sustentáveis agora se quiserem manter o ritmo. A cada geração a sustentabilidade está mais inserida nas decisões de compra”, explica Greg Petro, CEO da First Insight.

Levantamento da First Insight indica que 73% dos entrevistados estão dispostos a pagar mais por produtos sustentáveis (Crédito: EV/Unsplash)

O varejo tem se movimentado para atender a crescente demanda dos consumidores por produtos sustentáveis ou eco-friendily. O setor de vestuário, por exemplo, é uma indústria que gasta grandes quantidades de água e descarta roupas com facilidade. Para combater essa realidade, marcas como GAP e Everlane investiram em práticas de negócio sustentáveis, enquanto outras criaram modelos de negócio em torno do tema. O mercado de roupas de segunda mão, composto por empresas como RealReal e ThredUP, que compram e vendem roupas usadas de alta qualidade estão ganhando popularidade à medida que as preocupações ambientais ganham força.

O estudo, que ouviu mil pessoas nos Estados Unidos, indica que os representantes da geração Z superam os antecessores millennials e geração X em termos de preferência por produtos sustentáveis. Os baby boomers, geralmente os avós da geração Z, são os “resistentes”. Ainda assim, a sustentabilidade está se tornando o item mais importante na decisão de compra no geral e a maioria dos respondentes espera que as marcas e o varejo se tornem mais sustentáveis.

Tradução: Fernando Murad
Crédito da imagem do alto: Ruslan Khismatov-iStock

Fonte: Meio & Mensagem

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